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APOSTILA DA ANAC

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    Projetos e suas etapas. Dívida e endividamento. Durante a operao manual, o esforo do piloto transmitido ao manche, e, por ligaes diretas a superfcies de controle. Superfcies auxiliares das asas Os ailerons so as superfcies primrias de vo das asas. Aps a leitura, destravamos o ponteiro, que retornar a zero. Quadrantes, articulaes, setores e tambores mudam a direo do movimento e transmitem movimento a peas, tais como hastes de comando, cabos e tubos de torque. Os membros estruturais do helicptero so para resistir a um determinado estresse. Se o alinhamento final e o ajustamento do sistema estiverem corretos, devemos se possvel, sacar os pinos de ajustagem facilmente. O limite de velocidade para uma determinada aeronave, aquela que no pode exceder a velocidade de segurana. As medidas so, ento, tomadas entre o centro de cada marca no solo. Suprimento de fundos. Os rolamentos das roldanas so selados, e no necessitam de outra lubrificao seno aquela feita na fabricao. Suprimento de fundos.

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    O que é um CTM? O que significa AOG? Este termo é muito utilizado O Brasil é um país de grandes contrastes econômicos , políticos e sociais. Uma das qualidades que o nosso país tem e que atrai Cuidados com os cabos de comando dos controles de Qual a importância de se obter uma licença B1. Quer ir ao museu sem sair de casa? É comimenso prazer que inicio os trabalhos na col Foi assinado o Acordo entre Brasil e Moçambique.

    Que orgulho da Embraer! EASA no Brasil! Postagens populares. Organizações como comunidades de conhecimento. Conceitos e Técnicas. Planejamento estratégico.

    Conceitos, métodos e técnicas. Planejamento organizacional. As escolas de planejamento estratégico. Modelo SWOT. Indicadores de desempenho. Balanced Scorecard. Projetos e suas etapas.

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    Ciclo PDCA. Competência interpessoal. Clima e cultura organizacional. Qualidade de Vida no Trabalho. Sistemas de Recompensas. Liderança: Natureza da liderança. Estilos de liderança e situações de trabalho. Suprimento de fundos. Restos a pagar. Despesas de exercícios anteriores. Sistema de planejamento e de orçamento federal. Plano plurianual. Orçamento anual. Outros planos e programas. Sistemas de informações. Conceito e classificações.

    Figura Flape deslizante com trs fendas. O flape de bordo de ataque fig. Figura Seo em corte de um flape de bordo de ataque. Eles so peas de magnsio fundidas e torneadas com nervuras e reforadores integrais.

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    A armao de magnsio fundido de cada um o principal componente estrutural, e consiste de uma seo reta oca, chamada de tubo de torque que estende-se a partir da seo reta na extremidade dianteira. Cada flape de bordo de ataque possui trs dobradias tipo cotovelo pescoo-deganso , presas a encaixes na parte fixa do bordo de ataque da asa, e h tambm uma carenagem para as articulaes instalada no bordo de fuga de cada flape.

    Os freios de velocidade, algumas vezes chamados flapes de mergulho, ou freios de mergulho servem para reduzir a velocidade de uma aeronave em vo. Esses freios so usados durante descidas ngremes ou durante a aproximao da pista para o pouso.

    Eles so fabricados em diferentes formas, e sua localizao depende do desenho da aeronave e da finalidade dos freios. Os painis do freio podem localizar-se em certas partes da fuselagem ou sobre a superfcie das asas. Na fuselagem eles so pequenos painis que podem ser estendidos no fluxo de ar suave para gerar turbulncia e arrasto. Nas asas, os freios podem ser canais de mltiplas sees que se estendem sobre e sob a superfcie das asas para romper o fluxo suave do ar.

    Geralmente os freios de velocidade so controlados por interruptores eltricos e atuados por presso hidrulica. Outro tipo de freio aerodinmico uma combinao de spoiler e freio de velocidade. Uma combinao tpica consiste de spoilers localizados na superfcie superior das asas frente dos ailerons. Quando o operador quer operar tanto os freios de velocidade como os spoilers, ele pode diminuir a velocidade de vo e tambm manter o controle lateral.

    Os spoilers so superfcies auxiliares de controle de vo, montados na superfcie superior de cada asa, e operam em conjunto com os ailerons, no controle lateral. A maioria dos sistemas de spoilers tambm pode ser estendido simetricamente para servir como freio de velocidade.

    Outros sistemas contm spoilers de vo e de solo separadamente. A maioria dos spoilers consiste de estruturas de colmeia coladas em um revestimento de alumnio. So fixados s asas atravs de encaixes articulados que so colados aos painis de spoiler.

    Compensadores Um dos mais simples e importantes dispositivos aauxiliadores do piloto de uma aeronave o compensador montado nas superfcies de comando. Apesar do compensador no tomar o lugar da superfcie de comando, ele fixado a uma superfcie de controle mvel e facilita seu movimento ou o seu balanceamento. Todas as aeronaves, com exceo de algumas muito leves, so equipadas com compensadores que podem ser operados da cabine de comando.

    Os compensadores de algumas aeronaves so ajustveis apenas no solo. Para suavizar o fluxo de ar sobre os ngulos formados pelas asas e outras unidades estruturais com a fuselagem, utilizam-se painis estampados ou arredondados.

    Estes painis ou revestimentos so chamados de carenagens. As carenagens so muitas vezes chamadas de acabamento. Algumas carenagens so removveis para dar acesso aos componentes da aeronave, enquanto outras so rebitadas estrutura da aeronave. Figura Localizao tpica do compensador de controle do leme de direo.

    Ele possui amortecedores para absorver os impactos do pouso e do txi. Atravs de um mecanismo de retrao, o trem de pouso fixa-se estrutura da aeronave e permite ao trem estender e retrair.

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    A arranjo do trem de pouso geralmente tem uma roda de bequilha ou de nariz. Os arranjos com trem de nariz geralmente so equipados com controle direcional, e possuem algum tipo de proteo na cauda, como um patim ou um amortecedor de impacto bumper. Atravs de rodas e pneus ou esquis , o trem de pouso forma um apoio estvel com o solo durante o pouso e o txi. Os freios instalados no trem de pouso permitem que a aeronave seja desacelerada ou parada durante a movimentao no solo. Ele cobre a fuselagem, as asas, a empenagem, as naceles e os compartimentos.

    O material geralmente usado no revestimento de aeronaves a chapa de liga de alumnio, com tratamento anti-corrosivo. Em quantidade limitada usa-se tambm o magnsio e o ao inoxidvel. Elas tambm do acesso aos pontos de lubrificao, abastecimento e dreno da aeronave. As janelas de inspeo do acesso a partes particulares de uma aeronave durante sua inspeo ou manuteno. Podem ser presas por dobradias ou totalmente romovveis. Elas so mantidas na posio fechada atravs de garras e travas, parafusos, dispositivos de soltura rpida ou presilhas.

    As janelas de acesso removveis geralmente possuem um nmero que tambm pintado no compartimento que ela fecha; outras tm impresso o nome do compartimento respectivo. Apesar de suas configuraes de fuselagem variarem muito, a maioria das fuselagens de helicptero utilizam membros estruturais semelhantes aos utilizados nas aeronaves de asas fixas.

    Por exemplo, a maioria dos helicpteros possuem membros verticais como as paredes, falsas nervuras, anis e cavernas. Eles tambm possuem membros longitudinais como vigas de reforo e longarinas.

    Alm disso, as placas de reforo, juntas e o revestimento, ajudam a manter os outros membros estruturais unidos. As sees bsicas de fuselagem e cone de cauda de um helicptero tpico so estruturas convencionais, metlicas e rebitadas incorporando paredes de liga de alumnio, vigas, canais e reforadores. Os painis de revestimento que sofrem estresse podem ser lisos ou possuir rebordos. A parede de fogo e o compartimento do motor so geralmente de ao inoxidvel.

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    O cone de cauda geralmente semi-monocoque com paredes modeladas em alumnio, com longarinas extrudadas e painis de revestimento, ou de tubos de ao soldados.

    Os componentes estruturais maiores de um tipo de helicptero so mostrados na figura Os membros da cauda de um helicptero variam muito, dependendo do tipo e do desenho.

    Neste caso, o estabilizador est montado em um pilone. Em outros casos, o estabilizador pode estar montado no cone de cauda do helicptero ou na fuselagem. Em ambos os casos, tanto o pilone como o estabilizador contm membros estruturais de liga de alumnio com revestimento de liga de magnsio. Os tipos de membros estruturais usados, contudo, variam muito.

    Um pilone geralmente possui paredes, falsas nervuras, cavernas, vigas de reforo e vigas, fazendo-o uma mistura de membros estruturais de asa e de fuselagem. O estabilizador geralmente construdo como uma asa, com nervuras e longarinas. Em um helicptero tpico, a cauda, a fuselagem, e o cone de cauda so construdos em revestimento metlico trabalhante e membros metlicos de reforo.

    A cabine do helicptero normalmente de plexiglass, suportado por tubos de alumnio em alguns modelos. A figura mostra um grande helicptero monomotor. Ele totalmente metlico e basicamente composto de duas sees maiores, a cabine e o cone de cauda.

    A seo da cabine tambm dividida entre o compartimento de passageiros e o compartimento de carga, so nesses compartimentos que so transportados tripulao, passageiros, carga, tanque de combustvel e leo, controles e grupo motopropulsor.

    Em helicpteros multi-motores, os motores so geralmente montados em naceles diferentes. O cone de cauda parafusado traseira da seo dianteira e suporta o rotor de cauda, os eixos de acionamento do rotor de cauda, os estabilizadores, a caixa de 45 e o pilone do rotor de cauda. O cone de cauda de liga de magnsio e liga de alumnio. A caixa de 45 parafusada ao fim do cone de cauda. Os estabilizadores de compensao estendem-se em ambos os lados do cone de cauda frente da caixa de Os membros estruturais do helicptero so para resistir a um determinado estresse.

    Um nico membro da estrutura de um helicptero pode estar sujeito a uma combinao de estresses. Na maioria dos casos prefervel que os membros estruturais suportem esforos em suas extremidades que em suas laterais; ou seja, que seja submetido a tenso ou compresso ao invs de flexo.

    Os membros so geralmente combinados a uma trelia que suporta as cargas finais. Em uma estrutura tpica Pratt, os membros longitudinais e verticais so tubos ou hastes capazes de suportar cargas de compresso.

    Os membros no-estruturais que no so removveis do helicptero geralmente so fixados por rebitagem ou por soldagem a ponto. A rebitagem o mtodo mais comum para a fixao de chapas de liga de alumnio. As partes que podem ser removidas da estrutura do helicptero so geralmente parafusadas. Usam-se materiais transparentes para os pra-brisas e janelas e, s vezes, para cobrir partes que requeiram uma inspeo visual freqente. Peas de plstico transparente e vidro laminado so os materiais mais comumente usados.

    Alguns fabricantes de helicpteros utilizam fibra-de-vidro como um substituto leve para certas partes metlicas, uma vez que a fibra-de-vidro de fcil manuseio, possui um alto ndice resistncia-peso, e resiste ao mofo, corroso e ao apodrecimento por fungos. A montagem envolve o ajuntamento das diversas sees componentes de uma aeronave, tal como seo da asa, unidades da empenagem, naceles e trem de pouso. Alinhamento o ajuste final das diversas sees componentes para proporcionar a reao aerodinmica apropriada.

    Duas consideraes importantes em toda operao de montagem e alinhamento so: 1 Operao apropriada do componente quanto sua funo mecnica e aerodinmica; e 2 manuteno da integridade estrutural da aeronave, atravs da utilizao correta dos materiais, estrutura e dispositivos de segurana.

    Montagem e alinhamento imprprios, podem resultar na exposio de determinados componentes em esforos, maiores do que aqueles para as quais eles foram projetados. A montagem e o alinhamento devem ser feitos de acordo com os requisitos prescritos pelo fabricante da aeronave. Esses procedimentos so geralmente detalhados no manual de servio, ou no de manuteno aplicvel.

    A especificao da aeronave ou a folha de dados de especificao de tipo, tambm proporcionam informaes valiosas relativas ao controle. O alinhamento dos sistemas de controle varia com cada tipo de aeronave, dessa forma, seria impraticvel definir um procedimento preciso.

    Contudo, alguns princpios aplicam-se para todas as situaes, e isso ser discutido nesse captulo. O sistema de cabo extremamente mais utilizado porque as deflexes da estrutura, na qual est instalado, no afetam a sua operao. Muitas aeronaves incorporam sistemas de controle que so a combinao de todos os trs tipos. Ferragens do sistema de controle de vo, ligaes mecnicas e mecanismos Os sistemas que operam as superfcies de controle de vo, ferragens, hastes de ligao e mecanismos.

    Esses itens conectam as superfcies de controle aos controles na cabine. Includos nestes sistemas, esto conjuntos de cabos, guias de cabos, ligaes, batentes ajustveis, amortecedores das superfcies de controle ou mecanismos de travamento, unidades de reforo das superfcies de controle, atuadores operados por motores hidrulicos. Conjunto de cabos Um conjunto convencional de cabos consiste de cabo flexvel, terminais prensados na extremidade do cabo para a ligao com outras unidades, e esticadores.

    As informaes com relao a construo de cabos convencionais e as terminais de ligao, esto contidas no captulo 6 do Livro de Matrias Bsicas. Em cada inspeo peridica regular, os cabos devero ser inspecionados por quebra dos fios, passando um pano ao longo do seu comprimento e observando os pontos onde o pano fica preso. Para uma cuidadosa inspeo do cabo, movemos a superfcie de controle para o seu limite extremo de curso. Isto permitir a verificao das reas do cabo na polia, guia do cabo e do tambor. Se a superfcie do cabo estiver corroda, aliviamos a tenso do cabo.

    Ento, cuidadosamente foramos a abertura do cabo distorcendo os fios, e inspecionamos o interior. A corroso no interior dos fios do cabo considerada como falha, devendo o cabo ser substitudo. Se no existir corroso interna, removemos a corroso externa com um trapo de. Nunca devemos usar escovas de fios metlicos ou solventes para limpar o cabo.

    Escovas metlicas incrustadas com diferentes partculas metlicas podero causar futuras corroses. Solventes removem o lubrificante interno do cabo, resultando tambm em futuras corroses.

    Aps a limpeza cuidadosa do cabo flexvel, aplicamos um composto preventivo da corroso. Esse composto preserva e lubrifica o cabo. A ruptura dos fios ocorre mais freqentemente onde os cabos passam sobre polias, e atravs dos guias de cabo.

    Pontos tpicos de quebra so mostrados na figura Os cabos de controle e arames devero ser substitudos, se estiverem desgastados, distorcidos, corrodos ou com outro tipo de avaria.

    A parte central do esticador possui rosca esquerda interna em uma das extremidades e rosca direita, tambm interna, na outra extremidade. Quando ajustando a tenso do cabo, os terminais so aparafusados em igual distncia, em ambos os finais, na parte central. Aps o ajuste do esticador, ele dever ser frenado.

    Os mtodos de frenagem de esticadores so abordados no captulo 6 do Livro Matrias Bsicas. Conectores de cabo Em adio aos esticadores, conectores de cabo so usados em alguns sistemas. Esses conectores permitem que um cabo seja rapidamente conectado ou desconectado de um sistema. A figura ilustra um tipo usado de conector de cabo.

    Esse tipo conectado ou desconectado pela compresso da mola. Cabos revestidos so usados ao longo de algumas das grandes aeronaves. Eles consistem de cabos de ao flexvel, convencionais, envolvidos em um tubo de alumnio prensado para prender o cabo em seu interior. A construo do cabo revestido tem certas vantagens.

    As mudanas de tenso, devido a temperatura, so menores do que nos cabos convencionais. Alm disso, a quantidade de estiramento em uma determinada carga, menor do que a que ocorre com o cabo convencional.

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    Os cabos revestidos devem ser substitudos quando a cobertura estiver desgastada, expondo fios com desgaste, quebrada, ou apresentando pontos de desgaste causados pelo atrito com os pinos guia dos cabos.

    Esticadores O esticador um dispositivo usado nos sistemas de cabo de controle para o ajuste da. Figura Conector de cabo do tipo mola. Logo, tornou-se evidente que o piloto necessitaria de auxlio para superar a resistncia do fluxo de ar, para controlar o movimento. Os compensadores de mola, que eram operados pelo sistema de controle convencional, eram movimentados para que o fluxo de ar sobre eles, realmente movessem as superfcies de controle primrio.

    Isso era suficiente para as aeronaves que no operavam em uma gama de alta velocidade - m. Para as altas velocidades foi projetado um sistema de controle auxiliado por fora hidrulica.

    Sistema de cabos de comando convencionais, ou de hastes rgidas, esto instalados e fixados a um quadrante de transmisso de fora. Com o sistema ativado, o esforo do piloto usado para abrir as vlvulas, direcionando, desse modo, o fluido hidrulico para os atuadores, os quais esto conectados s superfcies de controle por hastes de comando. Os atuadores movem as superfcies de controle para a condio de vo desejada. O esforo inverso move a superfcie de controle na direo oposta.

    Controle manual O sistema de controle da cabine conectado por uma haste atravs do quadrante de transmisso de fora ao sistema de controle do atuador. Durante a operao manual, o esforo do piloto transmitido ao manche, e, por ligaes diretas a superfcies de controle. Os avies que no tm sistema de reverso manual podem ter pelo menos trs fontes de fora hidrulica: principal, secundria standby e auxiliar.

    Alguns ou todos os controles primrios podem ser operados por esses sistemas. Trava dos comandos Um came no eixo do quadrante de controle encaixa em um rolete, sobre presso de mola, para neutralizar os controles com o sistema hidrulico desligado aeronave estacionada. A presso bloqueada nos atuadores e desde que os controles estejam neutralizados pelo came e rolete, nenhum movimento das superfcies de controle ser permitido.

    Um guia de cabo pode ser feito de material no metlico, tal como o FENOL, ou um material metlico macio como o alumnio. Os guias envolvem o cabo na sua passagem por orifcios em paredes, ou qualquer outra parte metlica.

    Eles so usados para guiar os cabos em. Os guias nunca alteram o alinhamento do cabo mais do que 3 da linha reta. Selos de presso esto instalados onde os cabos ou hastes se movem atravs das cavernas de presso.

    O selo agarra fortemente o bastante para evitar perda de presso de ar, mas no para impedir o movimento do cabo. Os selos de presso devem ser inspecionados em intervalos regulares, para determinar que os anis de reteno esto no lugar. Se um anel de reteno soltar-se, ele pode escorregar ao longo do cabo e causar emperramento de uma roldana.

    Roldanas so usadas para guiar os cabos e tambm para mudar a direo do movimento do cabo. Os rolamentos das roldanas so selados, e no necessitam de outra lubrificao seno aquela feita na fabricao.

    Braadeiras presas estrutura da aeronave suportam as roldanas. Os cabos que passam sobre as roldanas so mantidos no lugar por guardas bem ajustadas para prevenir emperramento ou que os cabos escapem quando afrouxarem, devido s variaes da temperatura. Qualquer desses mecanismos transmite movimento, ou, mudana de movimento, do sistema de comando.

    A ligao consiste primariamente de hastes de comando puxaempurra , tubos de torque, quadrantes, setores, articulaes e tambores. Hastes de comando so usadas como conexes nos sistemas de comando de vo, para dar um movimento de puxa-empurra. Elas podem ser ajustadas por um ou ambos os terminais. A figura A, mostra as partes de uma haste de comando.

    Observe que ela consiste de um tubo com roscas nas pontas e uma haste ajustvel antifrico, ou haste com esticador, fixa em cada extremidade do tubo. A haste, ou esticador, permite a fixao do tubo s partes do sistema de comando de vo. A contraporca, quando apertada, previne que a haste ou esticador afrouxem. As hastes de comando devem estar perfeitamente retas, a menos que projetadas para serem de outra maneira, quando estiverem instaladas.

    O brao articulado a que elas esto fixadas, deve ser checado quanto a liberdade de movimento, antes e depois de ser fixado s hastes de comando. O conjunto como um todo deve ser checado para o correto alinhamento. Quando a haste ajustada com os rolamentos de alinhamento prprio, o movimento de livre rotao das hastes deve ser obtido em todas as posies.

    Outra alternativa colocar uma arruela, de dimetro maior do que o furo no flange, sob a porca de reteno na extremidade do pino ou do parafuso de fixao. A vista "B" da figura mostra como um tubo de torque usado para transmitir movimento em direes opostas. Quadrantes, articulaes, setores e tambores mudam a direo do movimento e transmitem movimento a peas, tais como hastes de comando, cabos e tubos de torque.

    O quadrante mostrado na figura B tpico de conexes de sistema de comando de vo usado por vrios fabricantes. As figuras C e D ilustram uma articulao e um setor.

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    A vista "E" ilustra um tambor de cabos. Os tambores de cabos so usados primariamente em sistemas de compensao. Como a roda de comando de compensao movida no sentido do relgio, ou no sentido contrrio ao do relgio, o tambor enrola ou desenrola para atuar os cabos do compensador. Normalmente existem dois jogos de batentes para cada uma das trs superfcies de comando principais, sendo um jogo localizado na superfcie de comando, ou nos cilindros amortecedores, ou como batentes estruturais figura , e outro no comando da cabine.

    Qualquer destes pode servir como real limite de parada. Contudo, aqueles situados nas superfcies de controle, normalmente realizam esta funo. Os outros batentes normalmente no se tocam, mas so ajustados para uma folga definitiva quando a superfcie de comando est totalmente estendida de seu curso. Figura 2 -5 Flange da haste interposto entre a pista do rolamento e o terminal do parafuso.

    Isso pode ser evitado atravs da instalao de hastes de comando, de forma que o flan-.

    Estes funcionam como batentes de sobrepujamento para prevenir que os cabos estiquem e danifiquem o sistema de comando, durante manobras violentas. Quando da montagem dos sistemas de controle, consultamos o Manual de Manuteno aplicvel, para a seqncia dos passos de ajuste destes batentes, para limitar o percurso da superfcie de controle.

    Um tarugo excntrico usado em alguns outros tipos de aeronaves para travar as superfcies de controle. Os sistemas de travamento de superfcie de comando so usualmente projetados de tal forma, que as manetes no podem ser avanadas at as superfcies de controle estarem destravadas.

    Isso previne decolagem com as superfcies de controle na posio travada. Uma tpica trava de comando para pequenas aeronaves consiste de um tubo de metal, que instalado para travar a roda de comando, e os pedais do leme a um ponto de fixao na cabine.

    Desse tipo, o sistema ilustrado na figura Equipamentos para travamento previnem danos s superfcies de controle e suas conexes dos ventos, em alta velocidade ou em rajadas.

    Os equipamentos comuns que esto em uso so: freio de trava interno freio de setor e mbolo atuado por mola e travas externas das superfcies de controle. Equipamentos para travamento interno O equipamento para travamento interno usado para segurar os ailerons, leme e profundor em suas posies neutras. O equipamento para travamento usualmente operado atravs de um sistema de cabos por um mbolo atuado por mola pino que encaixa em um furo na conexo mecnica da superfcie de controle.

    A mola conectada ao pino fora-o de volta posio destravada quando a alavanca de comando na cabine for colocada na posio Amortecedores de superfcies de controle Unidades de reforo hidrulico so usadas em algumas aeronaves para mover as superfcies de controle.

    As superfcies so usualmente protegidas das rajadas de vento atravs de amortecedores incorporados s unidades de reforo. Em algumas aeronaves, um cilindro amortecedor auxiliar conectado diretamente superfcie para fornecer proteo. Os amortecedores controlam hidrauicamente ou amortecem o movimento da superfcie de controle, quando a aeronave est parqueada. Isto previne que as rajadas de vento faam com que as superfcies de controle batam violentamente entre os seus batentes e possivelmente provoquem danos.

    Travas externas das superfcies de controle Medio da tenso dos cabos So travas com o formato de blocos de madeira canelada. Os canais dos blocos encaixam-se em aberturas entre as superfcies de comando e a estrutura da aeronave, travando as superfcies na posio neutra. Quando no esto em uso, essas travas ficam estocadas dentro da aeronave.

    Reguladores de tenso dos cabos Reguladores de tenso dos cabos so usados em alguns sistemas de controle de vo, porque existe uma considervel diferena na expanso da temperatura entre a estrutura de alumnio das aeronaves, e os cabos de ao de controle. Algumas das grandes aeronaves incorporam reguladores de tenso nos sistemas de cabos de controle para manterem, automaticamente uma desejada tenso nos cabos.

    A unidade consiste de uma mola de compresso e um mecanismo de travamento, o qual permite que a mola corrija a tenso do sistema somente quando o sistema de cabos estiver em neutro. Estes movimentos devem se sincronizados com os movimentos dos controles da cabine. O sistema de controles de vo deve ser ajustado para que estas condies possam ser obtidas. De um modo geral, a ajustagem consiste no seguinte: 1. Posicionamento do sistema de controles de vo em neutro, e temporariamente, travado por meio de pinos de trava ou blocos; e 2.

    Ajustagem do curso das superfcies, tenso dos cabos de comando, hastes de ligao, e ajustagem dos batentes para as especificaes dos fabricantes das aeronaves. Quando ajustando os sistemas de controles de vo, so necessrios diversos equipamentos de regulagem. Esses equipamentos consistem principalmente de tensimetros, cartas de regulagem de tenso de cabos, transferidores, acessrios de regulagem, gabaritos de contorno e rguas.

    Para determinar a quantidade de tenso de um cabo de comando, usado um tensimetro. A tenso do cabo determinada pela quantidade medida de fora, necessria para estica-lo entre dois blocos de ao endurecido, chamados de bigornas. Um levantador, ou calo, pressionado contra o cabo, forando-o a um afastamento. Diversos fabricantes produzem uma variedade de tensimetros, sendo cada tipo destinado a uma diferente espcie de cabo, medida de cabos, ou diferentes tenses.

    Um tipo de tensimetro ilustrado na figura Com a alavanca de comando afastada, colocamos o cabo a ser testado, sob as duas bigornas. Ento, apertamos a alavanca movendo-a para cima. Esse movimento da alavanca empurra para cima o levantador, o qual empurra o cabo, forando-o contra as bigornas. A fora necessria para isso indicada pelo ponteiro no mostrador.

    Como o exemplo da tabela apresentada abaixo, diferentes levantadores numerados so usados com as diferentes medidas de cabos. Cada levantador possui um nmero de identificao e pode ser facilmente inserido no tensimetro. Alm disso, cada tensimetro tem uma tabela de calibrao figura , a qual usada para converter a leitura do dial em libras a tabela de calibrao muito semelhante a carta exemplo mostrada abaixo na ilustrao. A verdadeira tenso ver a tabela de calibrao do cabo de 70 libras. Quando tomando uma leitura, poder haver dificuldade em ver o dial, devido posio do tensimetro no cabo.

    Por este motivo, o tensimetro possui uma trava para o ponteiro. Empurrando essa trava, o ponteiro ficar travado, indicando a ltima leitura. O tensimetro poder, ento, ser removido, e a leitura da tenso ser feita em melhor posio.

    Aps a leitura, destravamos o ponteiro, que retornar a zero. As cartas de regulagem da tenso de cabos figura , so ferramentas grficas, usadas para compensar as variaes de temperatura. Elas so usadas, quando for necessrio estabelecer a tenso de cabos dos sistemas de controles de vo, sistemas de trem de pouso, ou qualquer outro sistema operado por cabos.

    Para usar a carta, determinamos a medida do cabo que deve ser ajustado e a temperatura do ar ambiente. Estendemos uma linha horizontal, do ponto de intercesso at o ponto extremo direita da carta. O valor neste ponto indica a tenso carga de regulagem em libras a ser aplicada no cabo. A tenso para este exemplo de 70 libras.

    Figura Tabela tpica de ajustagem de cabos. Medio da amplitude das superfcies de comando As ferramentas de medio da amplitude das superfcies, primariamente inclui transferidores, gabaritos de contorno, rguas e moldes para ajuste. Essas ferramentas so usadas na regulagem dos sistemas de controle dos comandos de vo para assegurar que o desejado deslocamento ser obtido. Os transferidores so ferramentas para medir ngulos em graus. Vrios tipos de transferidores so usados para determinar a amplitude das superfcies dos comandos de vo.

    Um transferidor que pode ser usado para medir aileron, leme de profundidade, ngulo de deslocamento do flape, o transferidor universal de hlice. Esse transferidor figura montado em uma moldura, um disco, um anel e dois nveis de bolhas de ar. O disco e o anel rodam independentemente um do outro e da moldura o nvel do canto usado para posicionar a moldura verticalmente quando medindo ngulo das ps de hlice.

    O nvel do centro usado para posicionar quando medindo o deslocamento da superfcie de controle. A trava do anel na moldura no permite que o anel se mova quando o disco estiver em movimento. Notamos que eles saem de um ponto e avanam em direes opostas. A escala Vernier do anel graduada com marcao dupla de 0 - O procedimento para uso e operao do transferidor no controle de medida da amplitude das superfcies de controle mostrado na figura Gabaritos e moldes Moldes e gabaritos so ferramentas especiais de preciso designadas pelo fabricante para medir e controlar o deslocamento de superfcies.

    Marcando o gabarito ou o molde, assegura-se o controle da amplitude da superfcie. Rguas Muitas vezes o fabricante da aeronave d o valor do deslocamento de um particular controle de superfcie em graus e polegadas.

    Se o deslocamento for em polegadas, a rgua pode ser usada para medir o deslocamento da superfcie. No inteno que estes procedimentos sejam exatamente aplicveis a uma aeronave em particular. Quando ajustando uma aeronave, sempre os procedimentos e mtodos devem ser especificados pelo fabricante da aeronave. Alinhamento estrutural A posio ou o ngulo dos componentes da estrutura principal relacionado com a linha de referncia longitudinal, paralela linha central da aeronave e a uma linha de referncia lateral, paralela a linha que liga as pontas das asas.

    Antes de verificar a posio ou o ngulo dos componentes principais, a aeronave deve estar nivelada. As aeronaves pequenas geralmente tm fixos cavilhas ou blocos, conectados a fuselagem, paralelos ou coincidentes com as linhas de referncia. Um nvel dgua e uma prancha reta so apoiados nas cavilhas ou blocos, para a verificao do nvel da aeronave. Esse mtodo de verificao de nvel da aeronave, tambm aplicvel nas aeronaves de grande porte.

    Entretanto, o mtodo da grade algumas vezes usado em grandes aeronaves. A placa de grade figura fixada no piso da aeronave ou suporte da estrutura, um fio de prumo suspenso de uma posio prdeterminada no teto da aeronave sobre a placa de grade.

    O ajuste necessrio dos suportes para nivelar a aeronave, indicado na escala da grade. A aeronave estar nivelada, quando o fio de prumo estiver suspenso sobre o ponto central da grade.

    Certas preocupaes precisam ser observadas a todo momento. Normalmente, ajustes e alinhamentos no podem ser realizados em local aberto. Se isto no puder ser evitado, a. A pesagem e o balanceamento da aeronave devero ser, exatamente, como descrito no manual do fabricante. Em todos os casos, a aeronave no ser levantada pelo macaco, antes de se assegurar que o peso mximo de levantamento, no excedeu o especificado pelo fabricante. Com poucas excees, o diedro e os ngulos de incidncia das aeronaves modernas convencionais no podem ser ajustados.

    Alguns fabricantes permitem o ajuste do ngulo de incidncia das asas, para corrigir as condies de asa pesada. O diedro e o ngulo de incidncia so verificados aps um pouso duro ou aps uma carga de vo anormal, para assegurar que os componentes no esto torcidos, e que os ngulos esto dentro dos limites especificados.

    Existem diversos mtodos de verificao do alinhamento estrutural e ajuste de ngulos.

    Quadros de ajustes especiais, os quais incorporam ou podem receber os instrumentos especiais nvel de bolha ou inclinmetro para determinar o ngulo usado em algumas aeronaves. O alinhamento da aeronave verificado usando-se um fio de prumo sobre uma placa graduada ou um teodolito e uma escala de visada. Geralmente o manual do fabricante especifica o equipamento a ser utilizado.

    Quando da verificao do alinhamento, uma tabela de seqncia deve ser montada e seguida para garantir que as inspees estejam sendo feitas em todas as posies especificadas. As inspees especificadas de alinhamento, geralmente incluem: 1 ngulo do diedro da asa. Figura Tpica placa de nivelamento. Inspeo do diedro O ngulo do diedro inspecionado em posies especficas, usando quadros especiais previstos pelo fabricante da aeronave.

    Se tal quadro no estiver disponvel, uma prancha, plana e um inclinmetro podem ser usados. Os mtodos de inspeo do diedro so mostrados na figura O propsito um qualquer em desses casos nos certificarmos que o quadro est fixado na posio exata. Em muitas situaes os quadros sero colocados na rea livre do contorno da asa, por uma pequena extenso fixada ao quadro. Um tpico quadro de incidncia mostrado na figura Figura Inspeo do diedro.

    Sem dvida, parte das asas ou o estabilizador horizontal podem, algumas vezes, ser horizontais, ou, em raras ocasies, um diedro negativo pode estar presente. Inspeo de incidncia A incidncia geralmente inspecionada pelo menos em duas posies especificadas na superfcie da asa, para assegurar que a asa est livre de toro.

    Vrios quadros de incidncia so usados para checar o ngulo de incidncia. Alguns tm Figura Um tpico quadro de medio do ngulo de incidncia. Quando usado, o quadro colocado na posio especificada na superfcie que est sendo inspecionada. Se o ngulo de incidncia estiver correto, uma inclinao no topo do quadro indicar zero, ou dentro de uma tolerncia especificada do zero. Modificaes das reas onde o quadro de tolerncia est localizado pode afetar a leitura.

    Por exemplo, se um sistema de degelo estiver instalado no bordo de ataque, isto afetar a posio tomada por um quadro que tenha um batente no bordo de ataque. Inspeo da superfcie vertical Aps o ajuste do estabilizador horizontal ter sido inspecionado, a verticalidade do outro estabilizador, relativa a linha de referncia lateral, pode ser inspecionada. As medidas so tomadas de um dado ponto em um dos lados do topo da superfcie, para um ponto dado na esquerda ou direita do estabilizador horizontal fig.

    As medidas devem ser similares, sem ultrapassar os limites. Inspeo de simetria O princpio de uma inspeo tpica de simetria ilustrado na figura As figuras necessrias, tolerncias e pontos de inspeo de uma aeronave em particular, sero encontrados no seu manual de servio ou manuteno.

    Nas pequenas aeronaves, as medidas entre os pontos so geralmente tomadas usando uma trena. Quando medindo longas distncias, aconselhvel que uma escala com mola seja usada com a trena, para obter tenso igual. Umas 5lbs de tenso normalmente so suficientes. Onde grandes aeronaves so medidas, as posies onde as medies so tomadas, normalmente esto marcadas no solo. Isto feito pela suspenso de um fio de prumo nos pontos de inspeo, e marcando o ponto do cho sob cada prumo. As medidas so, ento, tomadas entre o centro de cada marca no solo.

    Figura Checando a verticalidade do estabilizador vertical. Quando for necessrio inspecionar o alinhamento das dobradias do leme direcional, removemos o leme e passamos uma linha de fio de prumo atravs da ligao das cavernas das dobradias do leme. A linha deve passar centralizada por todas as cavernas. Deve ser notado que algumas aeronaves tm o bordo de ataque do estabilizador vertical compensado com a linha central longitudinal, para neutralizar o torque dos motores.

    Inspeo de alinhamento dos motores Os motores so geralmente montados com a linha de empuxo paralela ao plano longitudinal horizontal de simetria. Entretanto, isto nem sempre verdadeiro quando os motores so montados nas asas. Inspecionamos para assegurar que a posio dos motores, incluindo alguns graus de compensao, est de acordo com o tipo de montante. Geralmente, a inspeo acarreta uma medida da linha central do montante, at a linha central longitudinal da fuselagem fig.

    Na seqncia, para um sistema de controle funcionar apropriadamente, preciso ser ajustado corretamente. As superfcies de controle movem-se atravs de roldanas e so sincronizadas com o movimento dos controles da cabine de comando.

    Ajustes em alguns sistemas requerem que os procedimentos sejam seguidos passo-a-passo, como o esboo do. Embora um procedimento de ajuste completo para muitas aeronaves, esteja fora dos detalhes naturais que requerem diferentes ajustes, o mtodo bsico segue trs passos: 1 Travar os controles na cabine de comando e as superfcies na posio neutra.

    A faixa de amplitude dos controles e das superfcies de controle, devem ser inspecionadas em ambas as direes, partindo do neutro. O ajuste do sistema de compensadores, feito da mesma maneira.

    O controle do compensador colocado no neutro sem compensao , e a superfcie geralmente ajustada para a linha de fluxo com a superfcie de controle. Porm, em algumas aeronaves, os compensadores podem ser ajustados um ou dois graus fora do alinhamento, com a posio neutra.

    Aps o compensador e seu mecanismo de controle estarem na posio neutra, ajustamos a tenso do cabo de comando. Pinos, normalmente chamados pinos de ajuste, so muitas vezes usados para simplificar o conjunto de roldanas, hastes e etc.