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NEUROANATOMIA FUNCIONAL ANGELO MACHADO BAIXAR

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NEUROANATOMIA FUNCIONAL ANGELO MACHADO BAIXAR

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  4. Title: Livro neuroanatomia funcional 2ed angelo machado

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P06 — Saiba mais. Miolo livre de grifos e de rasuras. Exibindo todas as publicações encontradas. Alguns trechos destacados a caneta. A chave abaixo resume o que foi exposto sobre as fibras eferentes dos nervos cranianos.

É um nervo exclusivamente sensitivo, cujas fibras conduzem impulsos oífatórios, sendo, pois, classificados como aferentes viscerais especiais. Limitar-nos-emos agora a algumas conside- É constituído por um grosso feixe de fibras nervosas que se originam na retina, emergem próximo ao pólo posterior de cada bulbo ocular, lenetrando no crânio pelo canal óptico. O conhecimento dos sintomas que resultam dc lesões dos nervos abducente e oculomotor, além de ajudar a entender suas funções, reveste-se de grande importância clínica.

Para estudar esses sintomas, consulte respectivamente os itens 5. O esquema mostra também os territórios sensitivos sensibilidade geral dos ncnos facial, glossofaríngeo c vago. A seguir, o nervo descreve nova curva para baixo, emerge do crânio pelo forame estilomastóideo Fig. Fato curioso é que o Vil par, apesar cie atravessar a parótida, onde se ramifica, formando o plexo parotídeo, inerva todas as glândulas maiores da cabeça, exceto a parótida, que é inervado pelo glossofaríngeo.

As fibras destinadas à glândula lacrimal destacam-se do nervo facial ao nível do joelho, percorrem, sucessivamente, o nervo petroso maior e o nervo do canal pterigóideo, atingindo o gânglio pterigopalatino Fig. A seguir, passam para o nervo corda do timpano Fig. Para estudar os sintomas que ocorrem nesses casos, consulte o item 5. Compõe-se de uma parte vestibular e uma parte coclear, que, embora unidas em um tronco comum, têm origem, funções e conexões centrais diferentes.

Nesse caso, aos sintomas acima descritos associam-se aqueles que resultam das lesões desses dois nervos. Ao sair do crânio, o nervo glossofaríngeo tem trajeto descendente, ramiticando-se na raiz da língua e na faringe. Das aíecções do nervo glossofaríngeo, merece destaque apenas a nevralgia. Emerge do sulco lateral posterior do bulbo Fig. Este emerge do crânio pelo forame jugular, percorre o pescoço e o tórax, terminando no abdome.

O vago possui dois gânglios sensitivos, o gânglio superior ou jugular , situado ao nível do forame jugular e o gânglio inferior ou nodoso , situado logo abaixo deste forame Fig. A raiz espinhal c formada por filamentos radiculares que emergem da face lateral dos cinco ou seis primeiros segmentos cervicais da medula e constituem um tronco comum que penetra no crânio pelo forame magno Fig.

O tronco comum atravessa o forame jugular em companhia dos nervos glossofaríngeo e vago, dividindo-se em um ramo interno c outro externo. Contudo, alguns autores adotam o conceito mais amplo, incluindo no sistema nervoso autônomo também as fibras aferentes viscerais. Convém acentuar que as fibras eferentes viscerais especiais estudadas a propósito dos nervos cranianos Capítulo 12, item 2.

Antes de estudarmos o sistema nervoso autônomo, faremos algumas considerações sobre o sistema nervoso visceral aferente. Em geral, estas fibras integram nervos predominantemente viscerais, juntamente com as fibras do sistema nervoso autônomo. Os impulsos nervosos aferentes viscerais, antes de penetrar no sistema nervoso central, passam por gânglios sensitivos.

O fenômeno denomina-se dor referida. Bicões denominadas gânglios. O axônio do neurônio pré-ganglionar envolvido pela bainha de mielina e bainha de neurilema constitui a chamada fibra pré-ganglionar, assim denominada por estar situada antes de um gânglio, onde termina fazendo sinapse com o neurônio pós-ganglionar.

O axônio do neurônio pós-ganglionar envolvido apenas pela bainha de neurilema constitui a fibra pós-ganglionar. Por este mecanismo o sistema nervoso central influencia o funcionamento das vísceras.

Fibras adrcnérgtctis em vermelho c colinérgicas cm verde. Aumento dc Reproduzido dc Machado —— Stain Technology, Técnicas modernas de microscopia eletrônica e histoquímica têm con- Tabela Trie salivary system. Boca Raton. Florida, C. Press Inc. Notam-se abundantes terminações nervosas colinérgicas em torno das unidades secretoras método de Karnovsky e Roots fxira acetilcolincstcra. Como exemplo, poderíamos imaginar um indivíduo que é surpreendido no meio do campo por um boi bravo que avança contra ele.

Notam-se abundantes terminações adrenérgicas em tomo das unidades secretoras microscópio dc fluorescein-ia. Os brônquios dilatam-se, melhorando Tabela Na Tabela O gânglio cervical médio 1. Estes localizam-se anteriormente à coluna vertebral e à aorta abdominal, em geral próximo à origem dos ramos abdominais desta artéria, dos quais recebem o nome. Assim, existem: dois gânglios celíacos, direito e esquerdo, situados na origem do tronco eclíaco; dois gânglios aórtico-renais, na origem das artérias renais; um gânglio mesenlérico superior o, outro mesentérico inferior, próximo à origem das artérias de mesmo nome.

Reproduzido dc Dangelo e Fattini. Rio dc Jimeiro. Assim, do pólo cranial do gânglio cervical superior sai o nervo carotídeo interno Figs. Dos gânglios pré-vertebrais, filetes nervosos acolam-se à artéria aorta abdominal e seus ramos Fig.

A seguir estudaremos como se localizam nestes elementos anatômicos os dois neurônios característicos do sistema nervoso autônomo, ou seja, neurônio pré e pós-ganglionar, com as respectivas fibras pré e pós-ganglionares. Estas fibras terminam fazendo sinapse com os neurônios pós-ganglionares, que podem estar em três posições Fig.

As fibras pré-ganglionares que seguem este trajeto passam pelos gânglios paravertebrals sem, entretanto, aí fazerem sinapse Fig. As libras pós-ganglionares para chegar a este destino podem seguir por três trajetos: a por intermédio de um nervo espinhal Fig. Assim, as fibras pós-ganglionares que se originam nos gânglios pré-vertebrais inervam as vísceras do abdome, seguindo na parede dos vasos que irrigam estas vísceras.

As fibras pós-ganglionares sobem no nervo e plexo carotídeo interno e penetram no crânio com a artéria carótida interna. Recebe fibras pré-ganglionares do III par Figs. Recebe fibras pré-ganglionares do VII par c envia fibras pósganglionares para a glândula lacrimal; c gânglio ótico — situado junto ao ramo mandibular do trigêmeo, logo abaixo do forame oval.

Recebe fibras pré-ganglionares do IX par e manda fibras pós-ganglionares para a parótida através do nervo auriculotemporal, d gânglio submandibular — situado junto ao nervo lingual, no ponto em que este se aproxima da glândula submandibular. Recebe fibras pré-ganglionares do VII par e manda fibras pós-ganglionares para as glândulas submandibular e sublingual.

As setas indicam o trajeto do impulso nervoso no reflexo fotomotor. Nas paredes do tubo digestivo eles integram o plexo submueoso de Meissner e o mioentérico de Auerbach. Convém acentuar que o trajeto da fibra pré-ganglionar até o gânglio pode ser muito complexo. Assim, as libras pré-ganglionares que fazem sinapse no gânglio submandibular saem do encéfalo pelo nervo intermédio e passam, a seguir, para o nervo lingual por meio do nervo corda do timpano Fig.

As fibras pré-ganglionares saem pelas raízes ventrais dos nervos sacrais correspondentes, ganham o tronco destes nervos, dos quais se destacam para formar os nervos esplâncnicos pélvicos Fig. Por meio destes nervos atingem as vísceras da cavidade pélvica, onde terminam fazendo sinapse nos gânglios neurônios pós-ganglionares aí localizados.

Tabela Ao chegarem na medula, as fibras aferentes viscerais provenientes da bexiga ligam-se a vias ascendentes que terminam no cérebro, conduzindo impulsos que se manifestam sob a forma de plenitude vesical. Para maiores detalhes sobre o assunto, veja Sjôstrand.

Modificado dc Ncttcr. Daí saem as fibras pós-ganglionares. O estudo da fisiopatologia das disfunções vesicais dc origem nervosa é muito importante para o médico, especialmente para os neurologistas. Aesculapius capitulo 15 1. Embora o estudo destes aspectos seja objeto da patologia e da neurologia, o simples conhecimento da estrutura funcional do sistema nervoso central permite ao aluno localizar lesões no sistema nervoso central com bases nos sinais e sintomas que delas decorrem.

As fibras podem ser mielínicas ou amielínicas. Decidimos manter esses nomes sempre separados por hífen. Assim, tracto córtico-espinhal lateral indica um tracto cujas libras se originam no córtex, terminam na medula espinhal c se localiza no funículo lateral da medula. Entre a fissura mediana anterior e a substância cinzen- ta localiza-se a comissura branca, local de cruzamento de fibras.

Na substância cinzenta, notam-se as colunas anterior, lateral e posterior. Ao nível dos intumescimentos lombares e cervicais.

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Um deles Fig. Por sua vez, a substância cinzenta intermédia pode ser dividida em substância cinzenta intermédia central c substância cinzenta intermédia lateral por duas linhas ântero-posteriores. De acordo com este critério, a coluna lateral faz parte da substância cinzenta intermédia lateral. As fibras originadas cm A e A' cnizam o plano mediano XX'.

Cada neurônio alfa, juntamente com as fibras musculares que ele inerva, constitui uma unidade motora. Aesculapius '. O axônio de um neurônio cordonal pode passar ao funíeulo situado do mesmo lado onde se localiza o seu corpo, ou do lado oposto. No primeiro caso. Constituem, pois. As libras nervosas formadas por estes neurônios dispõem-sc em torno da substância cinzenta, onde formam os chamados fascículos próprios Fig.

Além disto, muitas fibras que chegam à medula trazendo impulsos do encéfalo terminam em neurônios internunciais.

Os impulsos nervosos provenientes da célula de Renshaw inibem os neurônios motores. Admite-se que os axônios dos neurônios motores, antes de deixarem a medula, emitem um ramo colateral recorrente que volta e termina estabelecendo sinapse com uma célula de Renshaw. Esta, por sua vez, faz sinapse com o próprio neurônio motor que emitiu o colateral.

Este mecanismo é importante para a fisiologia dos neurônios motores. Este autor verificou que os neurônios medulares se distribuem em extratos ou lâminas bastante regulares, as lâminas de Rexed, numeradas de I a X, no sentido dorsoventral Fig.

As lâminas V e VI recebem informações proprioceptivas. Um deles baseia-se no fato de que, durante o desenvolvimento fetal e pós-natal, as fibras que compõem os tractos mielinizam-se em épocas diferentes, mas todas as fibras de um mesmo tracto mielinizam-se aproximadamente na mesma época.

Outro método baseia-se no fato. Elas correspondem aos diversos tractos e fascículos cujas fibras foram lesadas. Temos, assim, tractos e fascículos descendentes e ascendentes, que constituem as vias ascendentes e vias descendentes da medula. Algumas terminam nos neurônios pré-ganglionares do sistema nervoso autônomo, consumindo as vias descendentes viscerais.

Essas vias dividem-se em dois grupos: viaspiramidais e vias extrapiramidais. Ambos originam-se no córtex cerebral e conduzem impulsos nervosos aos neurônios da coluna anterior da medula, relacionando-se com estes neurônios diretamente ou através de neurônios internunciais. No trajeto do córtex até o bulbo as fibras dos tractos córtico-espinhal lateral e córtico-espinhal anterior consumem um só feixe, o tracto córtico-espinhal.

O tracto córtico-espinhal lateral é denominado também piramidal cruzado e o córtico-espinhal anterior, piramidal direto. O tracto córtico-espinhal anterior é muito menor que o lateral, sendo menos importante do ponto de vista clínico.

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O tracto córtico-espinhal lateral localiza-se no funículo lateral da medula e o córtico-espinhal anterior no funículo anterior, próximo da fissura mediana anterior Fig. Os demais tractos extrapiramidais — vestíbulo-espinhal, retíeulo espinhal e tecto-espinhal — ligam-se aos neurônios motores situados na parte mediai da coluna anterior e, deste modo, controlam a musculatura axial, ou seja, do tronco, assim como a musculatura proximal dos membros.

Na realidade, existem dois tractos vcstíbulo-cspinhais, medial e lateral, ambos situados no funículo anterior. Cabe agora um estudo morfológico de como estas fibras penetram na medula. Todos estes ramos terminam na coluna posterior da medula, exceto um grande contingente de fibras do grupo mediai, cujos ramos ascendentes muito longos terminam no bulbo.

Conduz, portanto, impulsos originados nos membros superiores e na metade superior do tronco Fig. Estes axônios cruzam o plano mediano e fletem-se cranialmente para formar o tracto espino-talâmico anterior Fig.

O tracto espino-talâmico lateral conduz impulsos de temperatura e dor. Admite-se que as fibras cruzadas na medula tornam a se cruzar ao entrar no cerebelo, de tal modo que o impulso nervoso termina no hemisfério cerebelar situado do mesmo lado em que se originou.

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Assim, através do tracto espino-cerebelar anterior, o cerebelo é informado de quando os impulsos motores chegam à medula e qual sua intensidade.

Junto dele seguem também as fibras espino-reticulares, que também conduzem impulsos dolorosos. Tractos ascendentes cm pontilhado; tractos descendentes em linlias horizontais. Para maiores detalhes, veja, entre outros, Olszewski, J. Neste trajeto as fibras atravessam a substância cinzenta, contribuindo, assim, para separar a cabeça da base da coluna anterior.

Situa-se profundamente no interior do bulbo. Situa-se no triângulo do hipoglosso, no assoalho do IV ventriculo, e suas fibras dirigem-se ventralmente para emergir no sulco lateral anterior do bulbo entre a pirâmide e a oliva Fig. Corresponde à coluna lateral da medula. Inicialmente põe-se a língua para fora para lamber o sorvete. Feito isso, é conveniente verificar o gosto do sorvete. Aparece em cortes como uma lâmina de substância cinzenta bastante pregueada e encurvada sobre si mesma com uma abertura principal dirigida medialmente.

A eles acrescenta-se o lemnisco mediai, originado no próprio bulbo. É, por isto, denominado também dc traetopiramidal Figs. Aí se localizam também o centro vasomotor e o centro do vômito. Por isto, lesões mesmo restritas do bulbo causam sinais e sintomas muito variados que caracterizam as diversas síndromes bulbares.

Para maiores detalhes veja o Capítulo 21, item 4.

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O tegmento da ponte tem estrutura muito semelhante ao bulbo e ao tegmento do mesencéfalo. Neles terminam fazendo sinapse as fibras córtico-pontinas. Forma-se, assim, a importante via córtico-ponto-cerebelar Fig. Segue uma sinopse das principais estruturas da ponte.

Cabem, entretanto, considerações sobre os seguintes: a lemnisco medial Figs. Este percorre longitudinalmente o mesencéfalo e é circundado por uma espessa camada de substância cinzenta, a substância cinzenta central ou periaqueductal Fig.

Separando o tegmento da base, observa-se uma lâmina de substância cinzenta pigmentada, a substância negra Fig. O coliculo superior é importante para certos reflexos que regulam os movimentos dos olhos no sentido vertical.

Isto ocorre, por exemplo, cm certos tumores do corpo pineal que comprimem os colículos. Algumas fibras cruzam de um coliculo para outro, formando a comissura do coliculo inferior.

O coliculo inferior é. Como este, apresenla. Suas fibras saem de sua face dorsal, contornam a substância cinzenta central, cruzam com as do lado oposto e emergem do véu medular superior, caudalmente ao colículo inferior Fig. Essas se fazem nos dois sentidos, através de fibras nigro-estriatais e estriato-nigrais, sendo as primeiras dopaminérgicas. Este, a nível do colículo inferior Fig. A nível do colículo inferior, os quatro lemniscos aparecem agrupados em uma só faixa na parte lateral do tegmento Figs.

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Nesse nível nota-se também o braço do colículo inferior, cujas fibras sobem para terminar no corpo geniculado mediai. Somente a primeira contém neurônios dopaminergic os. Estas colunas têm correspondência funcional e, às vezes, continuidade com as colunas da medula. Origina fibras pré-ganglionares que saem pelo VII par n. Origina fibras préganglionares que saem pelo nervo intermédio e ganham o nervo lingual através do nervo corda do timpano Fig.

Pode-se dizer que esta é, por excelência, a coluna do trigêmeo, por ser ele o principal nervo que nela termina. Estes dados encontram apoio. Elas se agrupam assim em um tracto, o tracto espinhal do nervo trigêmeo Figs.

As vias aferentes c eferentes se fazem pelo trigêmeo. O reflexo corneano é diminuído ou abo- lido nos estados de coma ou nas anestesias profundas, sendo muito utilizado pelos anestesistas para testar a profundidade das anestesias. A via aferente do rellexo lacrimal é idêntica à do reflexo corneano. O reflexo lacrimal é um exemplo de reflexo somatovisceral 2. Para melhor entendê-lo, imaginemos um indivíduo que vai andando a cavalo fixando os olhos em um objeto em sua frente.

Assim, quando a cabeça se move para baixo, os olhos se movem para cima, e vice-versa.

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Os movimentos da cabeça causam movimento da endolinfa dentro dos canais semicirculares e este movimento determina deslocamento dos cílios das células sensorials das cristas. Por outro lado, em condições patológicas podem ocorrer nistagmos espontâneos como, por exemplo, em casos de lesões vestibulares ou cerebelares. O reflexo fotomotor é de grande importância clínica, podendo estar abolido em lesões da retina, do nervo óptico ou do nervo oculomotor.

Fibras pós-ganglionares originadas nestes gânglios levam os impulsos ao estômago, determinando o fechamento do piloro; c libras que pelo tracto retículo-espinhal, chegam à medula cervical onde se localizam os neurônios motores, cujos axônios constituem o nervo ffênico.

Centro respiratório e vasomotor 3. Surgiu assim o conceito de sistema ativador reticular ascendente SARA.

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Entende-se assim por que os indivíduos acordam quando submetidos a fortes estímulos sensorials como. Por outro lado. Acredita-se ser este o mecanismo que nos permite até certo ponto inibir 'voluntariamente' o sono normal.

Nessa fase do sono ocorre a maioria dos sonhos.

Isto se faz por um mecanismo ativo, envolvendo fibras eferentes ou centrífugas capazes de modular a passagem dos impulsos nervosos nas vias aferentes específicas. Esses centros funcionam como geradores de padrões de atividade motora estereotipada pattern generators e podem ter sua atividade iniciada ou modificada seja por estímulos químicos, por comandos centrais corticais ou hipotalâmicos ou por aferências sensorials. Um exemplo de reflexo desse tipo é o do vômito, descrito no capítulo anterior item 2.

Os centros respiratório e vasomotor diferem dos demais por funcionarem como osciladores, ou seja, apresentam atividade rítmica espontânea e sincronizada respectivamente com os ritmos respiratório e cardíaco. Ao que parece, essa atividade rítmica é endógena, ou seja, independente das aferências sensorials. A seguir, o funcionamento desses dois centros é estudado de maneira sucinta, ficando os detalhes para os livros de fisiologia.

Convém lembrar que o funcionamento do centro respiratório é bem mais complicado. Cabe assinalar também que existem outras causas de coma em que ocorre um comprometimento direto e generalizado do próprio córtex cerebral.

As três primeiras pertencem ao grupo das catecolaminas; a serotonina ou 5-hidroxitriptamina pertence — como a melatonina. Entre essas drogas, uma das primeiras a ser estudada foi a rcserpina, tranqüilizante que atua liberando os estoques de monoaminas do sistema nervoso central.

Em virtude desse-, achados, estas passaram a ter um papel central na psicofarmacologia, ou seja, no estudo de drogas que atuam sobre o sistema nervoso central, influenciando as atividades psíquicas. Diante disso, estudaremos mais detalhadamente apenas os três primeiros. Bras, dc Ciências, Rio dc Janeiro, pp.

Corpo estriado. Emborao assunto seja objeto dos cursos de Neurologia julgamos que algumas noções devem ser dadas durante o curso de Neuroanatomia, pois elas permitem ao aluno entender e, mais racionalmente, memorizar alguas dos aspectos mais relevantes da anatomia e fisiologia do sistema nervoso central.

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Quando estes sintomas atingem todo um lado do corpo, temos hemiparesia e hemiplegia. Pode ainda haver o aparecimento de reflexos patológicos. Neste caso. Com o progredir das lesões, pode haver destruições maiores das raízes dorsais com comprometimento de outras formas de sensibilidade e perda de alguns reflexos cujas fibras aferentes foram destruídas.

A siringomielia acomete com mais freqüência a intumescência cervical, resultando no aparecimento dos sintomas na extremidade superior dos dois lados. Com o progredir da doença, aparecem sintomas de comprometimento de tractos medulares. Um tumor que se desenvolve dentro da medula comprime-a de dentro para fora.

Entende-se, pois. É por isso que o indivíduo vê duas imagens no objeto, fenômeno denominado diplopia. Entretanto, remos que a estrutura tina do cérebro é muito ais complexa do que a do cerebelo.

Iniciaremos pelo estudo da camada média, drmada por uma fileira de células dc Purkinjc. As jélulas de Purkinje, piriformes e grandes Fig. Na camada granular existe ainda um outro tipo de neurônio, as células de Golgi Fig. As libras trepadeiras têm esse nome porque terminam enrolando-se em torno dos dendritos das células de Purkinje Figs.

Em seguida, atingem a camada granular, onde sc ramificam, terminando em sinapses excitadoras axodendríticas. Tais células, assim como as células de Purkinje. Distinguem-se uma zona mediai, ímpar, correspondendo ao vermis, e, de cada lado, uma zona intermédia paravermiana e uma zona lateral, correspondendo à maior parte dos hemisférios Fig. As fibras trepadeiras que chegam ao cerebelo vindas da oliva tendem a se organizar no sentido longitudinal.

Um princípio geral é que. As primeiras originam-se no complexo olivar inferior e distribuem-se a todo o cerebelo. Fazem parte da via cortico-ponto-cerebelar Fig. Em ambos os casos, a influência do cerebelo se exerce sobre os neurônios motores do grupo mediai da coluna anterior, os quais controlam a musculatura axial e proximal dos membros, no sentido de manter o equilíbrio e a postura.

A seguir, estudaremos separadamente as conexões eferentes de cada uma dessas zonas. Através das primeiras, o cerebelo influencia os neurônios motores pelo tracto rubro-espinhal, constituindo-se a via interpósito-rubro-espinhal Fig. Assim, através desse tracto, o cerebelo exerce sua influência sobre os neurônios motores. A influência do cerebelo é transmitida aos neurônios motores pelos tractos vestíbulo-espinhal e retículo-espinhal. Uma vez iniciado, o movimento passa a ser controlado pela zona intermédia do cerebelo.

Assim, o papel da zona intermédia é diferente do da zona lateral, o que pode ser correlacionado com o fato de que a zona intermédia recebe aferências espinhais e corticais.

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Charles Chaplin. Admite-se que o cerebelo participa desse processo através das fibras olivo-cerebelares, que chegam ao córtex cerebelar como fibras trepadeiras e fazem sinapses diretamente com as células de Purkinje.

Manifesta-se por perda do equilíbrio, o que leva o paciente a andar com a base alargada, e ataxia dos membros inferiores. Modificado de Nauta, W. Thomas, Springfield, III. Advances in Metabolic Disorders Korch Brain Research , Isto se observa, por exemplo, na temperatura corporal, no nível circulante de eosinófilos.

Lembremos que sistema porta é aquele constituído por veias interpostas entre suas redes capilares. Aesculapius —. A comissura posterior marca o limite entre mesencéfalo e diencéfalo Fig. Certos tumores da glândula pineal que comprimem a comissura posterior podem lesar estas fibras, abolindo o reflexo consensual. O reflexo fotomotor. Estas células diferenciam-se nas células parenquimatosas do corpo pineal ou pinealócitos. Em alguns lagartos ele constitui o chamado terceiro olho, ímpar e mediano, situado entre os dois olhos laterais.

A estrutura da pineal é. Entre os derivados neurectodérmicos, temos as células da glia c a célula parenqui matosa própria da pineal, o pinealócito. A pineal é muito vascularizada e seu fluxo sangüíneo é superado apenas pelo do rim. O microscópio eletrônico mostrou que os capilares da pineal têm fenestrações, no que diferem dos demais capilares do cérebro.

Aumente Reproduzido de Machado, — Progress in Brain Research. Macluido, A. A jiuorcsccncia observada neste caso é devida à presença de serotonina nos [unealócitos P c nas Jibras nervosas setas.

Reproduzido dc Machado. Demonstra-se pois que a luz inibe e o escuro ativa a glândula pineal.

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Reiter Ed Pineal Research Reviews 7pp. Uss Inc. Acredita-se que. Demonstrou-se em um roedor de laboratório, o hamster, que os testículos atrofiam quando o animal é colocado em um regime de 23 horas de escuro e uma hora de luz por dia.

A d mite-se, neste caso. Acredita-se que a pineal esteja envolvida neste fenômeno, sendo estimulada pelos períodos escuros cada vez maiores no início do inverno.

Contudo, certas alterações da época de aparecimento da puberdade em meninas cegas de nascença poderiam ser explicadas deste modo. Aesculapius Capítulo 25 1. Recebe pelo tracto óptico libras provenientes da retina. Faz parte, portanto, das vias ópticas. O claustrum, situado entre o putâmen e o córtex da insula Fig. A esse esquema tradicional do corpo estriado, veio juntar-se, mais recentemente, o conceito de corpo estriado ventral constituído de extensões ventrais do striatum e do pallidum que apresentam características histológicas e hodolõgicas bastante semelhantes a seus correspondentes dorsais.

Compare com a Fig. Entretanto, nem todos concordam com este ponto de vista. Veja Pereneran, G. Esses neurônios recebem as fibras córtico-estriatais e seus axônios constituem as fibras estriato-palidais. Numerosos neuropeptídeos coexistem como cotransmissores com os neurônios gabaérgicas. Para mais detalhes sobre o assunto, veja Alexander, G.

O conhecimento dos sintomas que ocorrem nas diversas síndromes clínicas resultantes das lesões do corpo estriado ajuda a entender seu papel no controle motor. A rigidez resulta dc uma hipertonia de toda a musculatura esquelética. A descoberta desse fato inspirou a moderna terapêutica da doença de Parkinson, que visa aumentar o teor dc dopamina nas fibras nigro-estriatais. Nessa doença, também chamada demência pré-senil, ocorre uma perda progressiva da memória e do raciocínio abstrato.

Entretanto, alguns dados indicam que, no caso M. Coerente com este papel, sabe-se que seu tamanho aumenta progressivamente na escala filogenética, alcançando seu maior desenvolvimento nos primatas e especialmente no homem. Lesões desse fascículo causam graves perturbações da linguagem. Essas fibras agrupam-se para formar as três comissuras do telencéfalo. O corpo caloso permite a transferência de conhecimentos e informações de um hemisfério para o outro, fazendo com que eles funcionem harmonicamente.

Entre as fibras originadas no córtex e, por conseguinte, descendentes, temos os tractos córtico-espinhal, córtico-nuclear e córticopontino, além das fibras córtico-reticulares, córtico-rubras e córtico-estriatais. Entre estas temos as radiações óptica e auditiva.

Trata-se de uma das partes mais importantes do sistema nervoso. Quanto à sua estrutura, distinguem-se dois tipos de córtex: isocórtex e alocórtex. Admite-se que este aumento possibilitou a existência de circuitos corticais mais complexos. As células granulares existem em todas as camadas, mas predominam nas camadas granular interna c externa Fig.

Conforme o tamanho do corpo celular, podem ser pequenas, médias, grandes ou gigantes.