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CHICANA 2009

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    Y fue. La nueva mestiza supone una ruptura del paradigma colonial. María, transparencia en el agua de la vida, es una mujer pez, madrépora, una mujer con olor a narcisos, como expresa la narradora, que es el olor del deseo. Cumpriria os passos de um cavaleiro andante! Barcelona: Editorial Gedisa, , p. Em contrapartida, teria sido acenada para o apresentador a ancoragem de um novo programa, a ser produzido e veiculado pela TVE, do Estado. Cumpriria os passos de um cavaleiro andante! Francisco José Albuquerque Marques. La frontera delimita, divide, separa, advierte de los peligros de la hibri- dación y contaminación con lo otro. By Hécate Chama Sagrada. Para la mayoría de las autoras chicanas, escribir supone un acto radical de compromiso no sólo político, sino vital, corporal: a través de la escritura la mujer chicana se autodefine, adquiere una identidad. El cuerpo humano no almacena el agua, por eso, la cantidad que perdemos cada día debe restituirse para garantizar el buen funcionamiento del organismo. Desde antes de la pubertad hasta después de la menopausia, el cuerpo de la mujer cambia y se desarrolla constantemente. A figura interior aparece na forma de um cavaleiro medieval, que a leva em uma jornada e lhe mostra o que significa combater dragões e defender a verdade até a morte. Durante todo o dia, homens contratados pela Petrobras trabalharam na retirada do óleo com ferramentas manuais e com mantas absorventes do óleo.

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    Bostas secas de burro, papéis velhos e alguma lenha, arrumados entre as três pedras de granito, dariam a primeira fogueira para a goiabada. A cozinheira ficava à porta e a titia ia dispondo os géneros para o dia. Deitava duas medidas de milho. Ponto de encontro, a calhar. Nha Joana, vinha mais à frente, tinha assumido um ar de sofrimento.

    Trazia uma saia remendada, pés descalços. O lenço às pintinhas azuis, mal lhe cobria os cabelos sujos. A pouco e pouco as velhas foram formando grupos de seis, sete e até dez pessoas e enfileiravam-se às portas das lojas esperando. Era de uma mulher, reconheci com mais cuidado. A segunda faz coro com obscenidades e a desarmonia, o desleixo transparecido e o despu- dor agridem os ouvidos.

    Vêm-se aproximando. Sinto raiva. Agora posso vê-las no arco iluminado pelo candeeiro.

    Valete (rapper) – Wikipédia, a enciclopédia livre

    Parecem-me jovens. Acho que nem estrelas. Grifos meus. Acabou mor- rendo, deixando o primeiro filho pois o segundo se fora por conta de uma diarreia ao sol e ao vento das estradas do Porto Novo.

    Buscava sempre as achadas descampadas para brincar. O Mar nunca. Quase todos correndo para o Mar. Depois telefono. Praia: Instituto Caboverdiano do Livro, A casa dos mastros.

    Semear em pó: contos. Praia: Instituto Caboverdiano do Livro e do Disco, Um certo olhar. Praia: Instituto da Biblioteca Nacional, Actas do Congresso Internacional. II, , p. Feminino e poesia africana de língua portuguesa. Cabo Verde: mulher, cultura, Literatura. In: Revista Pré-Textos. Lisboa: Cosmos, , p. Rio de Janeiro: Atlântica, , p.

    In: Contatos e ressonâncias: literaturas afri- canas de língua portuguesa. In: Refazendo nós: ensaios sobre mulher e literatura. In: Metamorfoses. Lisboa: Colibri, , v. Levedando a ilha: contos. Vidas vividas. Mindelo: OMCV, Mornas eram as noites. Fragmento de romance inédito.

    Encontra-se apoiado na mitocritica defendida por Gilbert Durand e suas bases campbelliana e junguiana. Palavras-chave: literatura, fantasia, professor, Alina Paim Resumen Este trabajo hace una reflexión sobre el trabajo con la literatura infantil de la escritora brasileña Alina Paim en el cuento A casa da coruja verde, contextualizando la importancia del mito y de lo maravilloso, por lo tanto, de la fantasía, para la formación cultural, ética y psicológica de los niños.

    Se encuentra apoyado en la mitocrítica sostenida por Gilbert Durand y sus bases campbelliana y junguiana. According to junguian theory based on the archetypes, the fairy tales as well as the dreams are important for the psychological processes. Todorov, Carolina Marinho, Nelly Novaes Coelho, Gloria Radino, among athers, were also mentioned considering that their studies permit a better dialogue between the myth and the fairy tales now a days.

    Paralelamente a essa experiência, que prioriza o intelecto, o homem se depara com incertezas que contribuem para encarcerar-lhe a alma, tama- nha é a angustia que sente ante as complexas transformações por que passa o mundo. Como conseqüência disso a ciência é levada a reconsiderar o sobrenatural, a aceitar o mistério, a remodelar a face do próprio Deus, na tentativa de curar os males que o afligem.

    Por que estou aqui? Para onde vou? Segundo E. Melietinski , p. Sua origem é bastante questionada; para alguns pesquisadores o conto é oriundo da Índia; para outros, a Europa é sua fonte primeira. O culturalista G. O folclorista e etnólogo Vladimir Propp, autor de um dos primeiros estudos científicos sobre os contos populares, partilha da idéia de que os contos foram concebidos nas camadas populares, muito provavelmente nas regiões rurais ou semi-rurais. Joseph Campbell , p.

    O maravilhoso, segundo Carolina Marinho , p. De acordo com Le Goff , p. O medievalista em tela define três tipos de maravilhoso, a saber: mirabilis, magicus, miraculosus.

    Catita logo acres- centou É a escola! Estudar era o que as crianças mais queriam, porém, o fato de o sitio ficar longe da cidade era um empecilho aos seus estudos. Na saída da cidade encontraram D. A estrada é perigosa. Todo mundo só fala nisso! A casa parece ser o grande enigma a ser des- vendado pelas crianças do sitio. Pelo vulto na luz da lua, tem jeito de alto e forte.

    Afinal armou tripé, esse negócio de retratista. Começou o homem a olhar o céu com um canudo; [ E assim ficou de pastor, pastoreando estrelas até de madrugada PAIM,, p.

    Desse tesouro um só existe no mundo. E se for caixa vazia dentro de caixa vazia? Ajustou-o em sua cabeça. Assim, assumindo o papel de Senhor dos Portais, o professor convida Catita e Laurinho a fazerem a Travessia para o outro lado Estou no mundo da fantasia. Foi o chapéu encantado. Aqui acontecem coisas assombrosas O eco produzia o apelo, ora grave ora agudo. Belo deve ser esse mundo, meninos PAIM, , p.

    Vale lembrar que A porta se abre sobre um mistério. Onde foi? Onde chegou agora? Segundo Chevalier e Gheerbrant , p. Pode conhecer até os segredos da lua.

    Fada sonha? E Santos Dumont? Eles encenam os dramas da alma humana, têm origem nas camadas profundas do inconsciente e pertencem ao mundo arquetí- pico, o que justifica o reaparecimento de determinados temas em diferentes culturas.

    Jung , p. À porta estava um velho amigo do professor, Hercules, das doze façanhas. Quando estava dominando a Hidra, no lago de Lerna, uma deusa quis me atrapalhar e mandou um caranguejo morder meu pé.

    Nem me per- turbou, decepei as sete cabeças da Hidra e os homens se libertaram do monstro PAIM, , p. As narrativas maravilhosas de que faz parte o conto infantil de Paim, revivificam os mitos tradicionais, capazes de exprimir verdades subjetivas através da linguagem simbó- lica.

    Curiosamente, no conto infantil A casa da Coruja Verde, um professor assume as rédeas da história, evidenciando que o conhecimento é um conquista de ambos os sexos. O professor é gente muito boa, meu amigo, ouviu? A Casa da Coruja Verde mostra que Alina Paim estava em sintonia com o seu tempo; através do personagem professor ela expressa sua luta em favor do idoso, colocando-o de volta, embora pelo viés do sonho, no seio da sociedade que, por ser preconceitu- osa, julga-o impotente.

    Rio de janeiro: Rosa dos Tempos: Rio de Janeiro: José Olympio: O conto de fadas: símbolos, mitos e arquétipos. Mito, símbolo e mitodologia. Lisboa: Presença: JEAN, G.

    Le pouvoir dês contes. Paris: Casterman: Os arquétipos do inconsciente coletivo. Petrópolis: Vozes: Rio de Janeiro: Nova Fronteira: O maravilhoso e o quotidiano no Ocidente medieval. Rio de janeiro: edições Poéticas do maravilhoso. Belo Horizonte: Autentica Editora: A poética do mito. A cabeça bem feita. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil: Morfologia dos contos maravilhosos. Contos de fadas e realidade psíquica: a importância da fantasia no desenvolvi- mento.

    A literatura infantil na escola. Abstract This work has the intent to analyse the Florbela Espanca poetry female representations from the elements and simbols identification that remit to Lilith and Eva miths, the transgression and the resignation at the Jewish-Christian culture, of which was legated the female comportament standard. Key-words: female representations, Jewish-Christian miths, poetry, Florbela Espanca. Resumen Este trabajo tiene como objetivo analisar las representaciones femeninas en la poesía de Florbela Espanca , a partir de la identificación de elementos y símbolos que remitem a los mitos de Eva y Lilith, la transgresión y la resignación en la cultura judaico- cristiana, de la cual fue herdada el modelo de comportamento feminino.

    Palabras-clave: representaciones femeninas, mitos judaico-cristianos, poesía, Florbela Espanca. O meu racionalismo à Hegel, apoiado numa espécie de filosofia à Nietzsche, chegou-me por muito tempo. Segundo Ana Maria Lisboa de Mello , p.

    Importa ressaltar sobre o período analisado que os movimentos intelectuais da época estavam voltados para a política3; um exemplo disso é o nome de Teófilo Braga, envolvido diretamente com o partido republicano. Era uma época de instabilidade. A partir [ Podemos assinalar ainda que no ano de , Florbela matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, a que abandonou meados de E foi nesse meio de efervescência cultural, em que se destacava entre a esmagadora maioria masculina, que publicou, em junho de A imagem que perpassa a maioria dos seus versos é a da mulher e da poetisa, silenciada pela cultura moralista da época, que conferia às mulhe- res apenas os cuidados do lar; e também da mulher sensual, simbolizada pelas imagens da própria natureza alentejana e do corpo feminino, que possui como voz a lírica.

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    E esse é seu destino amargo, por viver na marginalidade, a procurar sempre um lugar, sempre procurar ser alguém. Marginalizada, a mulher é a noite escura, símbolo que se opõe à claridade, ou mesmo ao sol, à luz da beleza, harmonia do mundo masculino.

    E eu oiço a Noite imensa soluçar! E eu oiço soluçar a Noite escura! É que, talvez, ó Noite, em ti existe Uma Saudade igual à que eu contenho! Saudade que eu nem sei donde me vem Talvez de ti, ó Noite! Ou de ninguém! Que eu nunca sei quem sou, nem o que tenho!! Com a lua resplandecente no céu, era vivida, analogicamente, a plenitude da fertilidade e do influxo benéfico em toda a natureza, especialmente na psique feminina.

    A mulher é ocultada pelo mundo masculino, calada e punida por sua sensualidade. É a impureza feminina que se opõe à claridade, à luz da Lua. E aquela voz fatal Com que ele fala, agita o nosso mal! E a Noite sou eu própria! A Noite escura!! Mais uma vez, aparece a simbolo- gia da noite escura, da noite sem lua, que representa a própria Lilith, a mulher. Pode-se admitir, nos versos citados, a mulher como ser amaldiçoado a sentir todas as dores em si; a mulher que corrompeu a ordem; a mulher que desafiou as leis; a mulher que traz em si a própria morte, como a Lilith.

    Gosto da Noite imensa, triste, preta, Como esta estranha e doida borboleta Que eu sinto sempre a voltejar em mim! A imagem da embriaguez e a da saudade vem confirmar esse retorno a um passado e a ruptura com a lei. Tal natu- reza é expressa nos significantes poéticos dos beijos e das bocas e ainda do desejo. A noite, mais uma vez, aparece associada à imagem dessa mulher marginalizada, que se encontra fora dos padrões estabelecidos pela sociedade. Assim, essa noite imensa, longa e profunda, é o que seduz o sujeito feminino e que tenta, nela, esconder- se, ocultar-se.

    A cor preta, da noite, entra em conflito com a claridade do sol. O preto, cor oposta ao branco, é seu igual em valor absoluto. É essa alma de mulher, inconstante como a noite e a borboleta, que o eu-lírico sente a voltejar em torno de si e com a qual se assemelha, confirmando o seu aspecto noturno e lilithiano.

    A mulher que tanto se afasta das normas da sociedade é, ainda, a imagem poetisa, mulher marginalizada. Seu desejo é ser alguém, ser a escolhida; é participar daquele mundo dominado pela cultura patriarcal.

    Mas como é mulher, é destinada a viver na sombra. Sombra de névoa tênue e esvaecida, E que o destino amargo, triste e forte, Impele brutalmente para a morte! Alma de luto sempre incompreendida!

    Sou aquela que passa e ninguém vê Sou a que chamam triste sem o ser Sou a que chora sem saber por quê Assim, é a mulher que passa invisível, marginalizada por seu desejo, por sua escolha, simbolizada pela sombra de névoa. Desdobra-se em requintes de Beleza É como um beijo ardente a Natureza A minha cela é como um rio de luz Fecha os teus olhos bem!

    Empalidece mais! E, resignada, Prende os teus braços a uma cruz maior! Gela ainda a mortalha que te encerra! Enche a boca de cinzas e de terra Ó minha mocidade toda em flor!

    E mais uma vez temos o embate entre o sagrado e o profano, a penitência pelo desejo. O convento com seus muros aparece como a fortaleza que separa o centro, sacralizado, do restante do mundo.

    É a luz sedutora. A lua e a noite, enquanto elementos subversivos, invadem o espaço sagrado. O empalidecimento representa a falta de vida, de desejo, para se opor a um suposto rubor, associado ao desejo, ao carnal.

    Uma cruz maior para conter o desejo. Sob o estigma da Lilith, da subversiva, que, como mulher, nada era, nem mesmo reconhecida pela sociedade.

    E a minha alma sombria e penitente Soluça no infinito desta hora A hora crepuscular que simboliza a nostalgia assinala o limite com a noite, elemento essencialmente feminino lilithiano. A sombra entre a mentira e a verdade A nuvem que arrastou o vento norte O sujeito feminino seduz o masculino com os apelos corporais e o envolve em seu círculo de prazeres.

    Tal ima- gem felina relaciona-se à mulher selvagem, na natureza, o instinto primitivo que reside em cada sujeito, mascarado e negado pela cultura. Felinamente, o corpo envolve o sujeito masculino, traduzindo essa natureza lilithiana e dionisíaca concernente à mulher. Mulheres na Bíblia. Aspectos do mito. Edições Lisboa: Poemas de Florbela Espanca. História de Portugal. Editorial Domingos Barreira. FRYE, Northrop. Anatomia da crítica. Lilith: a primeira Eva.

    Aspectos históricos e psicológicos do elemento som- brio do feminino. Daniel da Costa. O livro de Lilith. Helena Ribeiro da Cunha. Evas, Marias e Liliths As voltas do feminino. Lilith: a lua negra.

    Norma Telles. Paz e Terra: Rio de Janeiro: Abstract The role of poet-priestess assumed by Sophia de Mello Breynner Andresen did not mean that she forgot her own historical time, instead her attitude was associated with another relevant facet of the Pythia: Sophia took the mission of being the voice of conscience of her people in times of crisis.

    During the harsh repression of the Salazarist Dictatorship, the author confronted the attempts to reduce human freedom through a poetic that exceeded her history moment, thanks to the inventive and liberating power of the symbolic imagination. ROCHA, , p.

    Por sinal, essa postura convergiu com um momento em que ela e seu marido, o advogado e jornalista político Francisco Sousa Tavares, começaram a se colocar de modo mais aguerrido contra o regime ditatorial do Estado Novo portu- guês, comandado por Antônio de Oliveira Salazar. A arma de que o herói se encontra munido é, assim, ao mesmo tempo símbolo de potência e de pureza. Analisando a socie- dade atual a partir deste mito, o sociólogo português António M.

    Apolo parece ter também punido o pensamento ocidental com o mesmo castigo que infligiu a Cassandra: as estratégias construídas para conviver com o risco sen- socomunizam a indiferença, transformando-a assim em casulo protector Apud. Como o abutre, o milhafre é ave de rapina, da família dos corvos e, por isso, associado à morte.

    Mais que animal, ela se faz humana; mais que fêmea, ela se faz mulher. Antígona é capaz de gerar sua própria morte para conseguir seu desejo [ Estabelece-se des- tarte a mítica do ciclo ctônico, no qual a semente desce à terra e morre para renascer maior do que era. As deusas maternais têm sempre um lado sombrio e ameaçador, paira algo de Medeia nestes arquétipos femininos imaginados a partir da natureza cíclica do reino vegetal.

    Antígona é reinventada e Catarina adquire o poder de ultrapassar o contexto salazarista. O confronto delas contra o auto- ritarismo permanece como luta aberta, nada presa a algum contexto específico. Lisboa: Moraes Editores, Lisboa: Dom Quixote, Poemas escolhidos.

    Forró Balancear tem ônibus incendiado em ataques criminosos de Fortaleza-CE

    Cassandra: Vox feminina tragica. Rio de Janeiro: José Olympio, Sâo Paulo: Martins Fontes, Da evidência poética: justeza e justiça na poesia de Sophia. Porto, , pp. Sophia e Torga. Janeiro, ROJO, Sara.

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    Antígona e o desejo. Este artigo tenta, no entanto, dar algumas pistas sobre o lugar do poeta e da poesia, hoje. The analytical reading allows to disclose, configuring the being that, created for the culture, translates its cultural tradition. Literature is a different space; is not possible to define for it a steady space in the scope of the society. This article tries, however, to give some tracks on the place of the poet and the poetry, today.

    O que se fala se fala de onde? Isso faz toda a diferença Para entender melhor esse processo atual , vale um recuo cronológico. A roda de samba se rompe como porta-voz social. Os poemas contemporâneos — e considero as letras das canções mencionadas como representantes legítimas do projeto poético brasileiro- hoje convivem num espaço de discursos diferenciados e plurais.

    Um espaço ideologicamente inclusivo, felizmente. A estrutura da identidade do sujeito permanece aberta, inacabada e muda de acordo com a forma como o sujeito é interpelado ou representado. Pode ser ganhada ou perdida, dependendo das circunstâncias. Arte poética como produto pressupõe, portanto, trabalho. O que é um poeta hoje? É preciso saber escutar os intertextos. Além do Cânone. RJ: Tempo Brasileiro, E em Coelho, Nelly Novaes. SP: Escrituras, O local da cultura. Poesia brasileira contemporânea.

    Ano 13, Como ler o texto poético: caminhos contemporâneos. Brasília: Plano Editora, Poesia : o lugar do contemporâneo. ECO, Umberto. Perspectiva, HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade.

    Rio de Janeiro. Era dos extremos o breve século XX Antologia poética. Editora Max Limonad, Emílio Guerra. Quelles sont les principes qui fondent la lecture sacrificielle du sujet subalterne? Quels sont les origines, croyances et représentations du spiritualisme? Comment le spiritualisme opère-t-il comme une pratique de subversion face au pouvoir hégémonique?

    Dicha novela posee para nosotros las características de una hagiografía contra-cultural, la cual pone en escena un modelo de subjetividad social y de santidad alternativas, y lleva a cabo una remarcable deconstrucción de lo sagrado.

    Bien évidem- ment, quand le centre scrute la périphérie et son rapport au sacré, il est confronté à des représentations qui lui sont étrangères et incompréhensibles. Comment rendre alors compte de la sacralité des marges sans la désacraliser? Elle tentera par ailleurs de reconstituer la pratique spiritualiste à partir de sa figuration littéraire et de comprendre comment celle-ci se nourrit de la tradition hagiogra- phique, sur la base de ces interrogations : quelles sont les principes qui fondent la lecture sacrificielle du sujet subalterne?

    Comment le spiritualisme opère-t-il comme pratique de subversion face au pouvoir hégémonique? Elle met en scène des antihéros urbains, anonymes et silencieux comme des sujets dignes de sacralisation. Elle leur donne voix et écriture et leur rend par la littérature leur dignité. Mais comment négo- cier avec la tradition hagiographique cette exemplarité contre-culturelle? Derrière cette apparente discordance ou antinomie avec les canons traditionnels, le discours édifiant élabore une proposition qui subvertit les modèles de sainteté, désacralise les conditions de la sanctification et parodie des confessions aux purs accents rhétoriques.

    Certes, le modèle hagiographique convoque la vie du saint comme paradigme du sacré, à partir de sa foi, ses actes de contrition et son sacrifice. Je propose de revenir sur le parcours initiatique de Jesusa. Ses origines très modestes se caractérisent par une cellule familiale prématurément éclatée à cause des morts successives de tous les membres de sa famille. Ainsi exerce-t-elle une infinité de métiers : bonne, infirmière, ouvrière, nourrice, vendeuse et enfin lavandière.

    Elle choisit de désamorcer la violence en la normalisant et en vivant sur le mode de la transgression. Yo no. A ellas, por guajolotas, les hacían hasta lo que no. Y yo lo digo porque también me dejé. Pero eso fue antes. Desde que me vine a México se me quitó lo tarugo. Seuls des chiens égarés, des enfants abandonnés à leur sort, des protecteurs spirituels et des morts, toutes figures de substitution, se risqueront à troubler la solitude de son espace-labyrinthe : Al fin de cuentas, yo no tengo patria.

    No me siento mexicana ni reconozco a los mexicanos. Si yo tuviera dinero y bienes sería mexicana, pero como soy peor que la basura pues no soy nada. Soy basura a la que el perro le echa una miada y sigue adelante.

    Dès lors, Jesusa incarne une conscience malheureuse au sens hégélien du terme, consacrant le déni de soi et de son environnement. Dans son récit, elle se réfère de façon presque obsessionnelle à cette scission très nette dans sa vie, qui oppose désormais un avant - de - péché et un après, ancré dans le présent de la conversion.

    Illuminée par la foi divine, Jesusa devient ainsi imperméable au péché et à la concupiscence. Son renonce- ment, à dessein, à la féminité est exemplaire ; cette ascèse la conduit vers la sanctification. Observons à présent comment, dans ce sillage, des traces du sacré se mêlent à la figuration de la nouvelle utopie et comment les formules de ritualisation, les rituels et autres représentations de la sacralité empruntent à la rhétorique catholique cer- tains de ses codes pour les déconstruire ou les détourner.

    Mais que représente la métamorphose de Roque Rojas en la figure du prophète Elie? Les sessions spiritistes se déroulent généralement dans la pénombre et réunissent des gens qui forment une ronde, condition nécessaire pour pouvoir entrer en communication avec les morts. Alors que le spiritualisme, ou Obra Espiritual, est une doc- trine qui se caractérise par la pauvreté de ses adeptes qui viennent y chercher non seulement du réconfort, mais encore une forme de consolation et un pouvoir cathartique face à leurs frustrations.

    Les croyances spiritualistes constituent un ensemble hétéroclite où se mêlent superstitions, figures propres au spiritualisme et représentations orthodoxes du catholicisme. Hablaba su idioma. He visto al doctor charcot cuando baja a trabajar en estas carnes indias como las mías y trabaja divinamente HASTA, p.

    Así es de que no había frío ni calor, ni luz ni oscuridad. No había nada. Todo era una sola cosa y ellos estaban bien alimentados. No pasaban hambres. La plupart de ces figures, en effet, confond les sèmes de sainteté et de divinité et frôle dans certains cas le blasphème. Estaba yo parada en un lugar vacío, vacío. Y me tendió la mano. Creí que su mano iba a ser morena como su rostro, pero no, era plateada. Sentí miedo, me di el sentón, él tuvo que sol- tarme y que echo a correr.

    Puse las manos en cruz porque él no me pudo alcanzar en su camello veloz. Yo seguí corriendo, pero él sacó la pistola y fui matada. Dans sa description, Jesusa insiste sur le prototype mexicain, une sorte de mexicanisation de la figure christique qui se donne à lire à travers une revendication des traits distinctifs : une peau basanée, des yeux sombres et des plumes sur la tête à la manière des indiens.

    La lumière sacrée émanant de son regard devient allégorie de la pureté, donc de la sain- teté, attributs de Dieu et de son protecteur Manuel Antonio Mesmer qui lui transmet ses faveurs célestes. Comme on peut le constater, la médiation est une valeur fondamentale du spiritualisme. Jesusa consent donc au renoncement et à la pénitence pour se racheter.

    Elle est rejetée par Dieu et par la société. Aquí si la consigo me la como y si no la consigo pues no me la como y ya. Le non-lieu dont il est question ici renvoie dans le contexte des années à ces villes dépotoirs où les classes marginalisées ont trouvé refuge après leur expulsion des vecindades du centre historique. Mi deuda debe ser muy pesada ya que Dios me quitó a mis padres desde chica y dejó que viniera a abonar mis culpas, sola como lazarina.

    Nous y reviendrons. Dès la première de couverture, le paratexte puise à la source de la religiosité populaire où se mêlent le sacré et le profane. Dans la pratique spiritualiste, le rachat et la rédemption impliquent en effet deux fonctions assumées ici par Jesusa : la fonction de médiatrice et celle de victime émissaire.

    Toda la ropa era blanca: ajuar de novia, pero allí donde acababa el vestido estaba el pedazo de piel de tigre como la flecha en la cola del diablo …. Ailleurs, le texte de la victime émissaire convoque des éléments épars de la pratique carnavalesque comme dans la deuxième réincarnation de Jesusa où elle se substitue à Arlequin.

    Cette substitution apparaît de façon très claire dans la description que Jesusa donne de ses atours : Pierrot y Colombina eran mis sirvientes pero no me acompañaban como Dios manda.

    Se distraían uno con otro. Cependant, le texte de la victime émissaire déconstruit cette responsabilité individuelle et présente, pour le salut de tous, une seule et même victime arbitrairement choisie et immo- lée. El que vive en comunidad, por este mismo hecho se compromete con ella ZEA, , p. La réponse est oui.

    Jesusa ne se projette-t-elle pas, par substi- tution, dans des figures sacrificielles et sacrées, convoquant simultanément la Vierge des Douleurs comme dans le récit de sa première réincarnation et le Christ moribond dans sa troisième réincarnation? La représentation du Christ immolé recoupe quelque part la sémantique du salut, rattachée à la croix en tant que signe, et dont il convient de relever les nombreuses occurrences dans le texte. Sólo Jesucristo y no lo conocí. Y mi padre que nunca supe si me quiso o no.

    On le voit, le débat est en tout cas ouvert dans le Mexique des années et Alors quel sens faut-il donner à cette médiation? Un sujet réintégré est, au contraire, un sujet entièrement maître de son discours et des conditions de production et de reproduction de sa parole. Enfin, on admettra en accord avec Cinthia Steele , p. Cuando llegó mi venerado Mesmer, en el momento en que tomó la carne sentí yo el escalofrío entre el corazón y la espalda.

    Al pasar mi protector lueguito lo reconocí en el instante de la penetración. Tiene un modo muy especial.

    Yo lo siento porque cuando llega me pone la mano en el pulmón y me hace así. HASTA, p. CROS, Edmond. Montpellier: CERS, Las conspiradoras. La representación de la Mujer en México. Traducción de Mercedes Córdoba. México: El colegio de México, Le Bouc émissaire. Paris: Grasset, Le Millénarisme. Gymnase de Nyon, LOWY, Michael.

    Playlist da Rádio Estação Sol

    Los rituales del caos. México: Ediciones Era, Religiosidad popular en América latina. Frankfurt, Vervuert, PAZ, Octavio. El laberinto de la soledad. México: Joaquín Mortiz, Luz y luna, las lunitas.

    El hombre y la cultura en México México: SEP, ROSA de la , Martín. Netzahualcóyotl, un fenómeno. México: FCE, Col. Diccionario de mexicanismos Lima: latinoamericana editores, , p. ZEA, Leopoldo. Conciencia y posibilidad del mexicano La filosofía como compromiso y otros ensayos. México: FCE, Palavras-chave: Escritoras, Cuba, Sexualidade, Erotismo. Palabras clave: Escritoras, Cuba, Sexualidad, Erotismo.

    In this text, the narrative voice remembers the live and maturation of María through her eroticism with passion and desperation.

    En Cuba, durante y después del periodo especial, o crisis de los noventa, las mujeres tuvieron que aprender a madurar y a no morir en el intento. La pasión y el erotismo, a su vez, son medios por los que los personajes femeninos cubanos llegan a una maduración absoluta. Desde antes de la pubertad hasta después de la menopausia, el cuerpo de la mujer cambia y se desarrolla constantemente.

    A los años, la producción de estrógenos y progesterona disminuyen un poco, y la fertilidad cae a medida que los niveles hormonales disminuyen. A los , nuestro cuerpo produce la mitad de las hormonas que a los Algunas mujeres experimentan cambios de humor y depresión. Es superior. Creo que ese criterio la identificó con los poemas de Alejandra Pizarnik.

    A pesar de esta prefiguración del final, María se nos presenta como una mujer en pleno descubrimiento y experimentación libre de su sexualidad. Al principio, cuando se muda a la gran ciudad se siente perdida en una ciudad de que no le importa.

    Aunque se matricula de nuevo en una escuela de idiomas, tampoco estudia y vaga con jóvenes que cantan de noche en el malecón, beben aguardiente, suspiran por gusto y componen un réquiem a su genera- ción. De casa en casa, María observó estupefacta el mundo, y a aquellos nuevos amigos que hablaban de la vida, del amor, del sexo, de la guerra, de los extranjeros.

    Esta experiencia de iniciación en La Habana hace que cuando regrese a su aldea, su comportamiento y actitudes escandalizaran a los vecinos. En agosto del mismo año, María se va a estudiar a Santiago de Cuba y conoce a un hombre por el que siente una gran atracción: Valerio, un actor, mulato veinte años mayor que ella. Y fue. Sólo cuando se quedan dormidos por el cansancio, el sueño reaviva sus pasados hasta despertarlos sintiéndose culpables. Es entonces cuando María vuelve al cuarto en el que conoció la placidez con Valerio convertido en una habitación de desamor.

    Valerio la perdona pero nada vuelve a ser igual después de esos días y María se marcha a La Habana nuevamente. Estudió cualquier cosa. Conoció a un hombre diez años mayor. Volvió a escribir versos y tuvo varios poetas y marginales en su vida. Desde esta experiencia, la voz narrativa nos cuenta cómo María tuvo que trabajar para mantener a su familia y cómo sentía que tenía a su madre en un hombro y a su hijo en el otro.

    Se comenta como en el tarot le vaticinaron que moriría por arma blanca y ella hace especulaciones con su muerte. Se nos comenta que una tarde de ciclón, ella tiene un mal encuentro con un hombre y se culpa de aquel desastre natural por su error. Esta imagen de la cara de María atemorizando a la gente es algo que se repite a lo largo de la novela. Creyente del horóscopo chino se siente Vrigo. Cuando perdía la calma todo se ponía muy mal. De adulta bebía como nadie. Siempre estaba como probando estar viva, como queriendo demostrarlo.

    Podía vaticinar como pitonisa lo que le pasaría a los otros y había estado en otros lugares sin haberlos visitado. María vive bajo un carpe diem tropical, su futuro de ahorita. También se reía mucho. Pero también le agrada vivir en el pasado, por medio del recuerdo, cuenta relatos desde una boca-centro que hace reír a la narradora. Sin embargo, a veces los recuerdos no son tan halagüeños. Sobre todos los que se refieren a los días que precedieron a su suicidio.

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    Después de tener varios encuentros con adolescentes a los que vuelve loca y al final, hastiada, echa de su casa. Suponemos que es también el año de su suicidio. Aunque María sufre de varias fobias: recibir cartas, hablar con los dependientes en las tiendas y viajar, decide ir a Gibara.

    Desde hacía varios años, sólo dormía en casos necesarios; No me gusta dormir, todo se pierde, y cuando accedemos al descanso del sueño, quedamos al amparo de ciertos fantasmas angustiosos o quiméricos.

    En esta estancia en Gibara, María cuenta historias inventadas para sus acompañantes pero coherentes, llenas de acción erótica. Aquí la voz narrativa hace un paréntesis para contar cómo conoció a María en su veintiocho cumpleaños año y terminó viviendo con ella. Claro que sí. La narradora entre sollozos le comenta a María su desesperación ante la idea de que le pasara algo y el deseo de cuidarla siempre.

    Se encontraban en una habitación de alquiler de precio mínimo donde el sol nunca entraba de lleno. The Evil se presenta como un hombre retorcido que estuvo viendo a María durante varios meses. María era un ser que sentía una falta de afecto congénita. María se sentía un ser desvalido y desprotegido.

    Pero al final las manos de este Dios no la salvan para dejarla caer otra vez.

    Es la muerte de todo. No entendió el mundo y en su edad madura no pudo seguir esta lucha y se suicidó. María, ante la maduración del deseo y la realización de que el erotismo en su totalidad es algo reprimido y no aceptado socialmente, decide quitarse la vida y apuesta por una decisión arriesgada y valiente.

    El mundo de los que sólo se atreven a amar después de la muerte, de los que no arriesgan, de los que no luchan. María, transparencia en el agua de la vida, es una mujer pez, madrépora, una mujer con olor a narcisos, como expresa la narradora, que es el olor del deseo. Un deseo resoluto y terminado por una muerte con arma blanca en una bañera. La muerte en el agua de esta mujer que también es agua es significativa. El agua es el principio de todas las cosas. El cuerpo humano no almacena el agua, por eso, la cantidad que perdemos cada día debe restituirse para garantizar el buen funcionamiento del organismo.

    Para cualquier persona sana, la sed es una guía adecuada para tomar agua, excepto para los bebés, los deportistas y la mayoría de las personas enfermas y ancianas. En estos casos, con- viene programar momentos para ingerir agua. New Jersey: Princeton Papers on Architecture. María toda. Santiago de Cuba: Editorial de Oriente, Rompiendo las olas durante el periodo especial. Creación literaria y artística de mujeres en Cuba. Buenos Aires: Corregidor, Apesar de ser ainda menor nessa altura, Hassan bin Attash sofreu 16 meses de tortura na Jordânia.

    Ah, e também passou 4 vezes por Lisboa Ao ouvir o debate parlamentar de ontem, e alguns comentadores, parece que o desemprego só aumenta em Portugal, por culpa obviamente do Governo.

    Homenagem merecida Publicado por Vital Moreira. Sequelas de um erro histórico Publicado por Vital Moreira. Mas se a notícia fosse a inversa, obviamente seria manchete Contranatura Publicado por Vital Moreira. Escrevi antes no Causa Nossa sobre Binyam Mohamed E de passagem por Portugal , especificamente.

    Outro, com matrícula RCHy, que partiu de Incirlik para Guantanamo a de Setembro de e atravessou o espaço aéreo português. Confirmaram também que houve desembarque , estando registados cinco passageiros à chegada e cinco passageiros à partida. Ela pode indiciar se o governo do Dr. Ou ainda, se quis deixar-se enganar. É isto que importa verificar, no mínimo. Exige-o o que Binyam Mohamed sofreu de tortura, cativeiro e injustiça. Foram 7 anos de pesadelo. Também era o que faltava! Publicado por Vital Moreira.

    O mesmo resulta deste comunicado do Governo, de 5 de Dezembro. Complementaridade com a NATO ". Uma é sobre a Política Europeia de Segurança e Defesa , a outra diz respeito à política de desenvolvimento europeia. Alarme Publicado por Vital Moreira. Era o que faltava agora, ficarem a pairar sem o devido esclarecimento as suspeições e acusações que o caso tem prodigalizado.

    Um pouco mais de seriedade, sff Publicado por Vital Moreira. Flor Pedroso perguntou a M. Por mais infundadas que sejam, as suspeições contra políticos rendem sempre.

    Haja decência Publicado por Vital Moreira. Haja decência! Costas largas Publicado por Vital Moreira. Duplo oportunismo , portanto! USA vs. E nós? Publicado por AG. E a nossa Justiça e o nosso fisco? E quando é que a divulga? Cidades com sorte Publicado por Vital Moreira.

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    Elisa - a invencível à Invicta! Eu sou alfacinha de gema, mas sempre tive um fraquinho pela Invicta. A esta hora eu queria estar na Alfândega do Porto a preparar-me para aplaudir o lançamento da candidatura da Elisa, pelo PS, à Câmara.

    Diana dixit Publicado por AG. É da jornalista Diana Andringa. É magnifico e poderosamente interpelante. Gostaria de ter escrito isto Publicado por Vital Moreira. Pactos Publicado por Vital Moreira.

    Considerando os que foram realizados nesta legislatura o pacto da justiça e o acordo sobre o sistema de governo das autarquias locais , ambos foram rompidos unilateralmente pelo PSD.

    E também evitam o enviesamento noticioso. A nossa iniciativa conta com o apoio das organizações "Transparency International" e "Global Witness". E, como se torna ainda mais evidente nesta gravíssima crise financeira e económica global, toca-nos a todos Por isso, assine : www. Subitamente, porém, com a crise o discurso neoliberal entrou de férias, o Estado passou a ser o salvador da economia e das empresas e toda a gente virou fervorosa defensora das obrigações sociais do Estado.

    A direita passou mesmo a liderar a exigência de mais e mais medidas económicas e sociais dos governos. O oportunismo político tem muitas faces Como é que os contribuintes se devem sentir quando o seu dinheiro é distribuído desta forma? O que é realmente preocupante é que Ferreira Leite estava à espera de explorar oportunisticamente a forte subida de desemprego que se previa e depois nem sequer teve o cuidado de corrigir a "frase assassina" que tinha preparado Evidentemente, isso vai suceder nos próximos meses.

    Mas quanto mais tarde e menos abruptamente for, melhor. Do mal, o menos. Sem limites Publicado por Vital Moreira. Na verdade, o local de recenseamento eleitoral nunca foi de escolha livre. Só o facto de haver até agora um recenseamento eleitoral separado é que têm permitido uma dissonância entre as duas moradas. Vai portanto acabar o domicílio eleitoral de conveniência. Mantém-se a possibilidade de candidatura em local diferente da residência efectiva. Tolerância de ponto Publicado por Vital Moreira.

    Sou contra as "tolerâncias de ponto" , quando se tornam regulares. Primeiro, se é para valer como regra, mais vale estabelecer feriados, em vez de manter a regalia "ad hoc", como favor do Governo da hora. Notícias preocupantes de uma das grandes economias do Mundo.

    Primeiro, porque se trata de ideias para o programa eleitoral e de governo da próxima legislatura. Os documentos publicados pelo Expresso mostram que o envolvimento de Dias Loureiro nos esconsos e aventureiros negócios do BPN foi muito mais directo do que ele tentou até agora dar a entender.

    Como parecia evidente, desde o início Pobre Língua Publicado por Vital Moreira. Este fim de semana dei conta de dois dos mais comuns. Evidentemente, ele queria dizer: " Serra de Sicó.

    E teve a coragem de reconhecer o que aí vem: mais desemprego e menos consumo das famílias. O problema é que enquanto ele falava os protagonistas desta irresponsabilidade toda continuavam a sair para reformas chorudas. Mas este Presidente, o nosso Presidente, dispensou beneficiar desse direito legítimo.