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APOSTILA DE COMANDOS ELETRICOS DO SENAI BAIXAR

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APOSTILA DE COMANDOS ELETRICOS DO SENAI BAIXAR

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    Contents
  1. apostila de comandos eletricos
  2. Clique Apostilas - Comandos Elétricos
  3. SÉRIE ELETROELETRÔNICA COMANDOS ELÉTRICOS
  4. apostila comandos eletricos

Apostila de Comandos Elétrico (SENAI), Notas de estudo de Engenharia Elétrica 60 pontos. Pontos de download necessários para baixar. Comandos Apostila, Notas de estudo de Física Baixar o documento SENAI- SP - INTRANET 5 Comandos elétricos Fusíveis de efeito. Baixe grátis o arquivo Apostila de Comandos Elétrico (SENAI).pdf enviado por Gabriel no curso de Engenharia Elétrica. Sobre: Curso Comandos Elétrico. do Facebook. comentários. Arquivado no curso de Engenharia Elétrica. Download.

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CA — Corrente Alternada. Um dispositivo de manobra deve interromper a parte do circuito conectada imediatamente aps ele prprio, e os demais dispositivos de manobra devem permanecer ligados. Verifique o que aconteceu. Vou verificar a possibilidade de criar um artigo ou uma vídeo aula sobre este assunto! Realizar teste na fonte sem carga e, se for aprovada, deve ser testada com carga. Por exemplo, no esmeril industrial de bancada encontramos o disjuntor-motor instalado com essas finalidades. Categoria H - Conjugado de partida alto, corrente de partida normal e baixo escorregamento. Com base nas informações dadas pelo operador, podemos fazer um levantamento de hipóteses sobre a falha. Esses relés podem ser do tipo térmicos ou magnéticos.

Comandos Apostila, Notas de estudo de Física Baixar o documento SENAI- SP - INTRANET 5 Comandos elétricos Fusíveis de efeito. Baixe grátis o arquivo Apostila de Comandos Elétrico (SENAI).pdf enviado por Gabriel no curso de Engenharia Elétrica. Sobre: Curso Comandos Elétrico. do Facebook. comentários. Arquivado no curso de Engenharia Elétrica. Download. Baixe grátis o arquivo Apostila de Comandos Elétricos (SENAI - SP).pdf enviado por Download Home page [email protected] al-arabic.info 9 Apostilas de Comandos Elétricos para Baixar em PDF. Redação Comandos Elétricos – SENAI. Páginas: Manual de Acionamentos e Comandos Elétricos. funcionamento. Esses fusveis so ideais para a proteo de circuitos com semicondutores (diodos e tiristores). SENAI- SP - INTRANET. Comandos eltricos .

Observao Quando possvel, no intertravamento eltrico, devemos usar essas duas modalidades. O intertravamento mecnico obtido por meio da colocao de um balancim dispositivo mecnico constitudo por um apoio e uma rgua nos contatores. Quando um dos contatores acionado, este atua sobre uma das extremidades da rgua, enquanto que a outra impede o acionamento do outro contator.

Esta modalidade de intertravamento empregada quando a corrente elevada e h possibilidade de soldagem dos contatos.

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Escolha dos contatores A escolha do contator para uma dada corrente ou potncia deve satisfazer a duas condies:. O aquecimento admissvel depende da corrente circulante e e interrompida, da freqncia de manobras e do fator de marcha. O fator de marcha fdm a relao percentual entre o tempo de passagem da corrente e a durao total de um ciclo de manobra. A tabela a seguir indica o emprego dos contatores conforme a categoria.

Categoria de emprego AC1. Partida de motores de induo tipo gaiola. Desligamento do motor em funcionamento normal. Partida de motores de anel com frenagem por contracorrente. Manobras de ligao intermitente, frenagem por contracorrente e reverso. Cargas fracamente indutivas ou no-indutivas. Fornos de resis tncia. Motores em derivao. Partida e desligamento durante a rotao.

Partida, manobras intermitentes, frenagem por contracorrente, reverso. Motores srie. Partida direta de um motor comandada por contator O circuito de partida direta de motor comandada por contator mostrado a seguir. Na condio inicial, os bornes R, S e T esto sob tenso. Quando o boto S1 acionado, a bobina do contador K1 energizada.

Esta ao faz fechar o contato de selo K1 13, 14 que manter a bobina energizada. Os contatos principais se fecharo e o motor funcionar. Para interromper o funcionamento do contator e, consequentemente, do motor, acionase o boto S0.

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Isso interrompe a alimentao da bobina, provoca a abertura do contato de selo K1 13, 14 e dos contatos principais e faz o motor parar. Observao O contator tambm pode ser comandado por uma chave de um plo. Neste caso, eliminam-se os botes S0 e S1 e o contato de selo K1 13, Em seu lugar, coloca-se a chave S1 como mostra a figura a seguir.

Defeitos dos contatores A tabela a seguir mostra uma lista dos defeitos eltricos mais comuns apresentados pelos contatores e suas provveis causas. Defeito Contator no liga Contator no desliga. Causas Fusvel de comando queimado. Rel trmico desarmado. Comando interrompido. Bobina queimada. Linhas de comando longas efeito de "colamento" capacitivo. Contatos soldados. Instabilidade da tenso de comando por:. Subdimensionamento do transformador de comando com diversos contatores operando simultaneamente.

For Fornecimento irregular de comando por:. Corpo estranho no entreferro. Anel de curto-circuito quebrado. Bobina com tenso ou freqncia errada. Superfcie dos ncleos mvel e fixo sujas ou oxidadas, especialmente aps longas paradas.

Fornecimento oscilante de contato no circuito de comando. Quedas de tenso durante a partida de motores. Rel inadequado ou mal regulado.

Tempo de partida muito longo. Freqncia muito alta de ligaes. Sobrecarga no eixo. Localizao inadequada da bobina.

Ncleo mvel preso s guias. Curto-circuito entre as espiras por deslocamento ou remoo de capa isolante em CA. Curto-circuito entre bobina e ncleo por deslocamento da camada isolante. Saturao do ncleo cujo calor se transmite bobina.

Ligao em tenso errada. Subtenso principalmente em CC. Carga excessiva. Presso inadequada entre contatos. Dimenses inadequadas dos contatos. Sujeira na superfcie dos contatos. Superfcie insuficiente para a troca de calor com o meio-ambiente. Oxidao contatos de cobre. Acabamento e formato inadequados das superfcies de contato.

Correntes de ligao elevadas como na comutao de transformadores a vazio Comando oscilante. Ligao em curto-circuito. Comutao estrela-tringulo defeituosa. Arco voltaico. Sistema de desligamento por deslizamento remove certa quantidade de material a cada manobra. Excessiva umidade do ar. Dieltrico recoberto ou perfurado por insetos, poeira e outros corpos. Presena de xidos externos provenientes de material de solda.

Defeitos mecnicos Os defeitos mecnicos so provenientes da prpria construo do dispositivo, das condies de servio e do envelhecimento do material. Salientam-se nesse particular:. Ricochete entre contatos Ricochete a abertura ou afastamento entre contatos aps o choque no momento da ligao. Isso conseqncia da energia cintica presente em um dos contatos.

O ricochete reduz sensivelmente a durabilidade das peas de contato, especialmente no caso de cargas com altas correntes de partida. Isso acontece porque o arco que se estabelece a cada separao sucessiva dos contatos vaporiza o material das pastilhas. Com vistas a reduo de custos, o tempo de ricochete deve ser reduzido para 0,5 ms.

Baixa velocidade de manobra, reduzida massa de contato mvel e forte presso nas molas so algumas condies que diminuem o tempo do ricochete. Os contatores modernos so praticamente livres de ricochete. Assim, a corrente de partida de motores no tem influncia na durabilidade dos contatos.

J sabemos que os contatores so dispositivos de manobra mecnica acionados eletromagneticamente, utilizados como dispositivos de comando de motores ou como dispositivos de proteo contra sobrecarga, se acoplados a rels. Nesta unidade, estudaremos os defeitos mais comuns que acontecem nos contatores e os problemas causados nos circuitos eltricos por eles comandados.

Defeitos nos contatores A tabela a seguir mostra uma lista dos defeitos eltricos mais comuns apresentados pelos contatores e suas provveis causas. Defeito Contator no liga. Linhas de comando longas efeito de colamento capacitivo. Correntes de ligao elevadas como na comutao de transformadores a vazio. Comando oscilante. Com vistas a reduo de custos, o tempo de ricochete deve ser reduzido para 0,5ms.

Baixa velocidade de manobra, reduzida massa de contato mvele forte presso nas molas so algumas condies que diminuem o tempo do ricochete. Neste captulo, estudaremos um tipo de chave que comanda circuitos por meio de pulsos. Ela usada em equipamentos industriais em processos de automao. Chaves auxiliares tipo botoeira As chaves auxiliares, ou botes de comando, so chaves de comando manual que interrompem ou estabelecem um circuito de comando por meio de pulsos. Podem ser montadas em painis ou em caixas para sobreposio.

Veja ilustrao a seguir. As botoeiras podem ter diversos botes agrupados em painis ou caixas e cada painel pode acionar diversos contatos abridores ou fechadores. Construo As chaves auxiliares tipo botoeira so constitudas por boto, contatos mveis e contatos fixos. Em alguns tipos de botoeiras, o contato mvel tem um movimento de escorregamento que funciona como automanuteno, pois retira a oxidao que aparece na superfcie do contato.

Os contatos so recobertos de prata e suportam elevado nmero de manobras. As chaves auxiliares so construdas com proteo contra ligao acidental; sem proteo ou com chave tipo fechadura. As chaves com proteo possuem longo curso para ligao, alm de uma guarnio que impede a ligao acidental. As botoeiras com chave tipo fechadura so do tipo comutador.

Tm a finalidade de impedir que qualquer pessoa ligue o circuito. As botoeiras podem ainda conjugar a funo de sinaleiro, ou seja, possuem em seu interior uma lmpada que indica que o boto foi acionado.

Elas no devem ser usadas para desligar circuitos e nem como boto de emergncia. Botoeiras do tipo pendente As botoeiras do tipo pendente destinam-se ao comando de pontes rolantes e mquinas operatrizes nas quais o operador tem que acionar a botoeira enquanto em movimento ou em pontos diferentes. Para que um operador saiba o que est acontecendo com o equipamento que ele est operando, necessrio que ele possa visualizar rpida e facilmente mensagens que indiquem que a operao est se realizando dentro dos padres esperados.

Isso feito por meio da sinalizao, que o assunto deste captulo. Sinalizao Sinalizao a forma visual ou sonora de se chamar a ateno do operador para uma situao determinada em um circuito, mquina ou conjunto de mquinas. Ela realizada por meio de buzinas e campainhas ou por sinalizadores luminosos com cores determinadas por normas. Sinalizao luminosa A sinalizao luminosa a mais usada por ser de mais rpida identificao.

A tabela a seguir mostra o significado das cores de sinalizao de acordo com a norma VDE. Indicao de que a mquina est paralisada por atuao de um dispositivo de proteo. Condio anormal Aviso para a paralisao da mquina devido a sobrecarga, por exemplo. O valor de uma grandeza corrente, temperatura aproxima-se de Ateno ou cuidado seu valor-limite. Partida normal: todos os dispos itivos auxiliares funcionam e esto prontos para operar.

A presso hidrulica ou a tenso esto nos Mquina pronta para valores especificados. Escolha da velocidade ou do sentido de rotao. Circuitos sob tenso Acionamentos individuais e dispositivos auxiliares esto em operao normal operando.

Mquina em movimento. Todas as funes para as quais no se aplicam a cores acima. A sinalizao intermitente usada para indicar situaes que exigem ateno mais urgente.

A lente do sinalizador deve propiciar bom brilho e, quando a lmpada est apagada, deve apresentar-se completamente opaca em relao luz ambiente. Sinalizao sonora A sinalizao sonora pode ser feita por meio de buzinas ou campainhas.

As buzinas so usadas para indicar o incio de funcionamento de uma mquina ou para ficar disposio do operador, quando seu uso for necessrio. Elas so usadas, por exemplo, na sinalizao de pontes rolantes.

O som deve estar entre e Hz. Deve conter harmnicos que o tornaro distinto do rudo local. As campainhas so usadas para indicar anomalias em mquinas. Assim, se um motor com sobrecarga no puder parar de imediato, o alarme chamar a ateno do operador para as providncias necessrias. Instalaes de sinalizadores Na instalao de sinalizadores para indicar a abertura ou o fechamento de contator, importante verificar se a tenso produzida por auto-induo no provocar a queima da lmpada.

Nesse caso, a lmpada dever ser instalada por meio de um contato auxiliar, evitandose a elevada tenso produzida na bobina do contator. Veja na figura abaixo o circuito de sinalizao. Neste captulo estudaremos os rels de tempo ou rels temporizadores que atuam em circuitos de comando para a comutao de dispositivos de acionamento de motores, chaves estrela-tringulo, partidas em seqncia e outros circuitos que necessitem de temporizao para seu funcionamento.

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Conhecer esse componente muito importante para a manuteno de equipamentos industriais. Rels temporizadores Nos rels temporizadores, a comutao dos contatos no ocorre instantaneamente. O perodo de tempo ou retardo entre a excitao ou a desexcitao da bobina e a comutao pode ser ajustado.

Essa possibilidade de ajuste cria dois tipos de rels temporizadores:. Rel pneumtico de tempo O rel pneumtico de tempo um dispositivo temporizador que funciona pela ao de um eletrom que aciona uma vlvula pneumtica. O retardo determinado pela passagem de uma certa quantidade de ar atravs de um orifcio regulvel. O ar entra no dispositivo pneumtico que puxa o balancim para cima, fornecendo corrente para os contatos.

Esse tipo de rel usado em chaves de partida estrela-tringulo ou compensadoras, na comutao de contatores ou na temporizao em circuitos seqenciais. O retardo fornecido varia de um a sessenta segundos, porm no muito preciso. Funcionamento Na condio inicial, o eletrom energizado e libera a alavanca 1. A mola 6 tende a abrir a sanfona, mantendo a vlvula 5 fechada. A velocidade de abertura depende diretamente da vazo permitida pelo parafuso 9 que controla a admisso do ar. Aps um tempo " t ", que depende da regulagem do parafuso, a sanfona est completamente aberta e aciona os contatos fechadores e abridores.

Quando o contato desenergizado, o brao de acionamento age sobre a alavanca e provoca a abertura da vlvula 5 , liberando o contato. O conjunto volta instantaneamente posio inicial. Rel mecnico de tempo O rel mecnico de tempo constitudo por um pequeno motor, um jogo de engrenagens de reduo, um dispositivo de regulagem, contatos comutadores e mola de retorno. Funcionamento No rel de retardo mecnico, um came regulvel acionado pelo redutor de um motor.

Aps um tempo determinado, o came abre ou fecha o contato. Se for necessrio, o motor poder permanecer ligado e os contatos do rel ficaro na posio inversa da posio normal. Os rels de tempo motorizados podem ser regulados para fornecer retardo desde 0 a 15 segundos at 30 horas. Quando um contator tiver elevado consumo e a corrente de sua bobina for superior capacidade nominal do rel, necessrio usar um contator para o temporizador. Rel eletrnico de tempo O rel eletrnico de tempo acionado por meio de circuitos eletrnicos.

Esses circuitos podem ser constitudos por transistores, por circuitos integrados como o CI ou por um UJT. Estes funcionam como um monoestvel e comandam um rel que acionar seus contatos no circuito de comando.

Quando necessrio reduzir a corrente de linha e a tenso a valores que possibilitem a utilizao de rels de pequena capacidade em circuitos de comando de motores, usam-se transformadores.

Transformadores tambm so usados junto a chaves compensadoras para evitar o arranque direto.

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Este o assunto deste captulo. Para aprend-lo com mais facilidade, necessrio que voc tenha conhecimentos anteriores sobre tenso, corrente e transformadores. Transformadores para comando Transformadores para comando so dispositivos empregados em comandos de mquinas eltricas para modificar valores de tenso e corrente em uma determinada relao de transformao.

Sua instalao transformadores exige que se considere algumas caractersticas eltricas. Elas so:. Reduzir a tenso a nveis compatveis com a tenso dos componentes do comando rels, bobinas ;. Separar o circuito principal do circuito de comando, restringindo e limitando possveis curto-circuitos a valores que no afetem o circuito de comando;.

Amortecer as variaes de tenses, evitando possveis ricochetes e prolongando, portanto, a vida til do equipamento. Transformadores para chaves compensadoras Esse tipo de transformador usado para evitar o arranque direto do motor. So construdos com duas colunas com ligaes em tringulo; ou com trs colunas com ligao em estrela. Um nico transformador pode ser usado para a partida em seqncia de vrios motores. Nesse caso, a partida ser automtica, realizada por meio de rels temporizadores e contatores.

Transformador de corrente O transformador de corrente atua com rels trmicos de proteo contra sobrecarga. Ele associado a rels trmicos cuja corrente nominal inferior da rede. Sua relao de transformao indicada na placa. Na proteo contra sobrecarga, esse transformador permite longos picos de corrente de partida dos motores de grande porte.

Nesse caso, ele estabiliza a corrente secundria pela saturao do ncleo o que permite um controle mais efetivo. Alm disso, o tamanho reduzido do rel torna possvel uma regulagem mais eficiente com a reduo dos esforos dinmicos produzidos pela corrente eltrica.

Seja qual for o tipo de projeto da rea eletroeletrnica que se queira realizar, seja instalao, montagem ou reparo, a maneira adequada de representar a disposio dos componentes e o modo como eles se relacionam entre si por meio do diagrama esquemtico. Neste captulo, estudaremos os diagramas de comando cuja finalidade representar os circuitos eltricos.

Esse conhecimento importante quando se necessita analisar o esquema de uma mquina desconhecida para realizar sua manuteno. Essa anlise permite solucionar problemas "difceis" e essa experincia indispensvel para o profissional de manuteno eletroeletrnica.

Diagrama de comando O diagrama de comando faz a representao esquemtica dos circuitos eltricos. Ele mostra os seguintes aspectos:. Representao dos elementos, suas funes e as interligaes, conforme as normas estabelecidas;. Para que o profissional da rea eletroeletrnica possa ler o esquema, ele tem que saber reconhecer os smbolos e os modos de disp-los dentro do esquema. Essas informaes esto padronizadas por normas tcnicas que estabelecem a maneira pela qual devem ser elaborados os desenhos tcnicos para a eletroeletrnica.

Tipos de diagramas Os diagramas podem ser:. O diagrama multifilar completo ou tradicional representa o circuito eltrico da forma como montado e no qual todos os elementos componentes e todas as ligaes dos circuitos so representados por smbolos grficos.

Esse tipo de diagrama difcil de ser interpretado e elaborado, principalmente quando os circuitos a serem representados so complexos. Veja exemplo a seguir.

Em razo das dificuldades de interpretao desse tipo de diagrama, os trs elementos bsicos dos diagramas, ou seja, os caminhos da corrente, os elementos e suas funes e a seqncia funcional so separados em duas partes representadas por diagramas diferentes.

O diagrama simplificado no qual os aspectos bsicos so representados de forma prtica e de fcil compreenso chamado de diagrama funcional. Veja exemplo na ilustrao a seguir. A representao, a identificao e a localizao fsica dos elementos tornam-se facilmente compreensveis com o diagrama de execuo ou de disposio mostrado a seguir.

Os smbolos literais tm a funo de facilitar a identificao dos elementos do circuito, ou seja, componentes, equipamentos, conjuntos, subconjuntos, quando relacionados em uma lista de materiais.

Sua utilizao ajuda na interpretao de esquemas e diagramas de circuitos. Eles so utilizados somente em projetos novos. A seguir so apresentados alguns exemplos de representao e identificao de componentes. Identificao por letras e nmeros:. Os retngulos ou crculos representam os componentes e as letras ou smbolos indicam um determinado contator e sua funo no circuito. Quando o contator identificado por meio de letras, sua funo s conhecida quando o diagrama de potncia analisado.

A seguir, est a tabela referente norma da ABNT NBR que apresenta as letras maisculas iniciais para designar elementos do circuito. Tipos de elementos Conjuntos, subconjuntos Transdutores de grandezas no-eltricas, pra-eltricas e vice-versa. Capacitores Elementos binrios, dispositivos de atraso, dispositivos de memria. Dispositivos de proteo. Geradores, fontes de alimentao Dispositivos de sinalizao Rels, contatores.

Motores Equipamento de medio e ensaio Dispositivos mecnicos de conexo para circuitos de potncia. Elemento de transmisso, guias de onda, antenas. Terminais, plugues, soquetes. Dispositivos mecnicos operados eletricamente Transformadores hbridos, equalizadores, limitadores, cargas de terminao. Exemplos Amplificadores com vlvulas ou transistores, amplificadores magnticos laser, maser. Sensores termoeltricos, clulas fotoeltricas, dinammetros, transdutores a cristal, microfones, alto-falantes.

Elementos combinatrios, linhas de atraso, elementos biestveis, monoestveis, ncleo de memria, fitas magnticas de gravao. Dispositivos luminosos, de aquecimento ou outros no especificados nesta tabela. Fusveis, pra-raios, dispositivos de descarga de sobre-tenso. Geradores rotativos, conversores de freqncia rotativos, baterias, fontes de alimentao, osciladores. Indicadores ticos e acsticos. Abridor, isolador. Resistores ajustveis, potenci-metros reostatos, derivadores shunts , termistores.

Chaves de controle, "push buttons" chaves limitadoras, chaves seletoras, seletores. Transformadores de tenso, de corrente. Discriminadores, demoduladores, codificadores, inversores, conversores. Vlvulas, tubos de descarga de gs, diodos, transistores, tiristores Jumpers, cabos, guias de onda, acopladores direcionais, dipolos, antenas parablicas. Tomadas macho e fmea, pontos de prova, quadro de terminais, barra de terminais. Vlvulas pneumticas, freios, em-breagens.

Filtros a cristal, circuitos de balan-ceamento, compressores expanso- sores "compandors". Identificao de bornes de bobinas e contatos As bobinas tm os bornes indicados pelas letras a e b, como mostram os exemplos a seguir. Funo - contatos abridores e fechadores do circuito de fora ou de comando; contatos de rels temporizados ou rels trmicos;. Posio - entrada ou sada e a posio fsica dos contatores. Nos diagramas funcionais, essa indicao acompanhada da indicao do contator ou elemento correspondente.

Simbologia dos componentes de um circuito Por facilitar a elaborao de esquemas ou diagramas eltricos, criou-se uma simbologia para representar graficamente cada componente num circuito eltrico. A tabela a seguir mostra alguns smbolos utilizados e os respectivos componentes. Smbolos grficos de componentes passivos Outro grupo de smbolos importantes para a desenho, leitura e interpretao de esquemas eltricos, o grupo referente aos componentes passivos resistores, capacitores, indutores, etc.

As tabelas a seguir apresentam os smbolos para resistores, c apacitores e indutores.

SÉRIE ELETROELETRÔNICA COMANDOS ELÉTRICOS

Resistor varivel Resistor dependente da tenso Varistor Resistor com variabilidade intrnseca, no linear, dependente de tenso Nota: U pode ser substitudo por V Resistor a contato mvel. Resistor com derivaes fixas, duas derivaes mostradas Resistor utilizado como derivador shunt Resistor com terminais de corrente e tenso separados.

Capacitores Smbolo Forma preferida Outra forma Capacitor, smbolo geral. Nota Se necessrio, para identificar os eletrodos do capacitor, o elemento curvo deve representar: Eletrodo externo, em capacitores de dieltrico cermico e de dieltrico de papel fixo A armadura mvel, em capacitores variveis a ajustveis Elemento de baixo potencial, em capacitores de passagem. Capacitor polarizado varivel no linear, dependente da temperatura, quando usa deliberadamente essa caracterstica, por exemplo decapitor cermico.

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Capacitor polarizado varivel no linear, dependente da tenso, quando usa deliberadamente essa caracterstica, por exemplo: capacitor semicondutor Nota U pode ser substitudo por V. Se desejado indicar que o indutor tem um ncleo magntico, uma linha deve ser traada sobre o smbolo. A linha pode conter uma indicao complementar se o ncleo for no-magntico e pode ser interrompido para indicar um entreferro. Descrio Diodo semicondutor, smbolo geral Diodo emissor de luz, smbolo geral Diodo dependente da temperatura o Nota: pode ser substitudo por t Diodo usado como dispos itivo capacitivo varactor ou varicap Diodo tnel Diodo de avalanche, ou Zener, unidirecional diodo regulador de tenso Diodo de avalanche, ou Zener, bidirecional Diodo unitnel Diodo bidirecional varistor Diac.

Descrio Tiristor diodo de bloqueio inverso Tiristor diodo de conduo inversa Tiristor diodo bidirecional Tiristor triodo, tipo no especificado Nota Este smbolo usado para representar um tiristor triodo de bloqueio inverso, se no for necessrio especificar o tipo da porta.

Tiristor triodo de bloqueio inverso, porta N anodo controlado Tiristor triodo de bloqueio inverso, porta P catodo controlado Tiristor triodo bloquevel, porta no especificada Tiristor triodo bloquevel pela porta N anodo controlado Tiristor triodo bloquevel pela porta P catodo controlado. Tiristor triodo de conduo inversa, porta no especificada Tiristor triodo de conduo inversa, porta N anodo controlado.

Transistor PNIN, com conexo regio intrnseca Transistor de efeito de campo de juno, com canal tipo N Nota As conexes da porta e da fonte devem estar alinhadas. Transistor de efeito de campo porta isolada IGFET , tipo a enriquecimento, uma porta, com canal tipo P, sem conexo ao substrato Nota: Para um exemplo com mltiplas portas, ver smbolo 2. Transistor de efeito de campo porta isolada IGFET , tipo a enriquecimento, uma porta, com canal tipo N, sem conexo ao substrato. Transistor de efeito de campo, porta isolada, tipo a enriquecimento, uma porta, com canal tipo P, com substrato conectado separadamente IGFET.

Transistor de efeito de campo, porta isolada, tipo a enriquecimento, uma porta, com canal tipo N, com substrato conectado internamente fonte IGFET. Transistor de efeito de campo, porta isolada, tipo deplexo, uma porta, com canal tipo N, sem conexo ao substrato IGFET. Transistor de efeito de campo, porta isolada, tipo deplexo, uma porta, com canal tipo P, sem conexo ao substrato IGFET. Transistor de efeito de campo, duas portas isoladas, tipo deplexo, com canal tipo N, com substrato conectado separadamente Nota No caso de mltiplas portas, a conexo da porta primria e da fonte deve estar alinhada.

Descrio Resistor dependente da luz Clula fotocondutora com condutividade simtrica Fotodiodo Clula fotocondutora com condutividade assim trica Clula fotovoltaica. Dispositivo de acoplamento magntico Isolador magntico Dispositivo de acoplamento tico Isolador tico com diodo emissor de luz e fototransistor. Quando h necessidade de controlar o movimento de avano ou retrocesso de um dispositivo motorizado de uma mquina, empregam-se contatores comandados por botes e por chaves fim de curso.

A reverso feita pela inverso das fases de alimentao. Esse trabalho realizado por dois contatores comandados por dois botes cujo acionamento fornece rotaes nos sentidos horrio e anti-horrio. Para aprender esse contedo com mais facilidade, voc deve ter conhecimentos anteriores relativos a contatores. Chaves auxiliares tipo fim de curso Para estudar a reverso de rotao de motores trifsicos, estudaremos inicialmente as chaves tipo fim de curso.

Essas chaves so dispositivos auxiliares de comando usadas para comandar contatores, vlvulas solenides e circuitos de sinalizao. So constitudas por uma alavanca ou haste, com ou sem roldanas na extremidade, cuja funo transmitir movimento aos contatos a fim de abri-los ou fech-los. Essas chaves podem ser: mecnica; de preciso e eletromagntica. A chave fim de curso mecnica depende de uma ao mecnica para acionar seus contatos.

Seu movimento pode ser retilneo ou angular. A chave fim de curso de preciso atua com um mnimo de movimento: mais ou menos 0,5mm de curso de haste ou 6 de deslocamento angular de alavanca. Observao Existe uma chave fim de curso de manobra rpida, cuja haste ou alavanca tem movimento lento, mas cujo disparo do contato rpido, j que acionado por mola de disparo.

A chave fim de curso eletromagntica funciona por induo eletromagntica, ou seja, uma bobina atravessando o campo magntico recebe a induo de uma corrente eltrica que aciona os contatos atravs de um rel.

Observao Para mais informaes sobre essa chave, consulte o manual do fabricante. Reverso de rotao de motor trifsico O circuito que realiza essa operao mostrado a seguir. Ao pulsar o boto conjugado S1, a bobina do contator K1 alimentada. Isso provoca o fechamento do contato de selo que mantm a bobina energizada e dos contatos principais.

O acionamento do motor em um sentido movimenta uma parte da mquina at que esta atinja o limite da chave de fim de curso, acionando o contato S3 e desligando a bobina K1. Quando a bobina desenergizada, os contatos principais se abrem, cortando a alimentao do motor. Para reverter o sentido do movimento do motor temos, na condio inicial, K1 ligado e K2 desligado.

Ao pulsar o boto conjugado S2, o seu contato fechado se abre e interrompe a alimentao de K1. Isso permite a energizao de K2. O contato aberto de S2, por sua vez, alimenta a bobina de K2 fechando o contato de selo que mantm a bobina energizada.

Com a bobina energizada, ocorrer o fechamento dos contatos principais. Como conseqncia, o motor e o dispositivo de mquina so acionados at que seja atingido o limite do fim de curso. Quando a chave fim de curso atingida, S4 se abre e desliga a bobina K2. Com isso, os contatos principais se abrem e cortam a alimentao do motor. Observao Quando o motor est em movimento, ao pulsar o boto So, interrompe-se seu movimento em qualquer ponto do percurso.

A retomada do movimento possvel em qualquer sentido pois isso depende apenas do boto que for acionado S1 ou S2. Os motores trifsicos podem fazer uso de diversos sistemas de partida. A escolha de cada um depende das condies exigidas pela rede, das caractersticas da carga e da potncia do motor. Para iniciar o estudo dos comandos das mquinas eltricas, veremos neste captulo os tipos e os sistemas de partida para motores trifsicos.

Para isso, necessrio que voc domine os conceitos sobre corrente alternada, transformadores e ligaes estrela e tringulo. Conjugado ou momento Conjugado, ou momento, o conjunto de foras binrio produzido pelo eixo do rotor que provoca o movimento de rotao. O conjugado no constante do momento da partida at que a velocidade nominal seja alcanada.

Essa variao chama-se curva de conjugado, cujos valores so expressos em porcentagem em relao ao conjugado nominal, ou seja, com relao ao conjugado na velocidade a plena carga.

Cada motor tem sua prpria curva de conjugado. Essa curva varia com a potncia e a velocidade do motor. Assim, em motores de velocidade e potncia iguais, mas de fabricantes diferentes, geralmente a curva do conjugado diferente. Nessa igualdade, M o momento ou conjugado; P a potncia; n a rotao. A curva tpica do conjugado motor CCM mostrado a seguir.

Para a carga, temos a curva do conjugado resistente CCR , que varia segundo o tipo de carga. Veja a seguir as curvas do conjugado resistente para alguns tipos de carga:. A curva do conjugado motor CCM deve situar-se sempre acima da curva do conjugado resistente CCR , para garantir a partida do motor e sua acelerao at a velocidade nominal.

De modo geral, quanto mais alta a curva do conjugado do motor em relao ao conjugado resistente, melhor ser o desempenho do motor. Tipos de partida Os motores podem ser submetidos partida direta ou a diversas modalidades de partida indireta que fornecero curvas de conjugados diferentes. Assim, podemos escolher um tipo de partida mais adequado curva do conjugado da mquina, diminuindo a corrente de partida do motor. Partida direta A partida direta realizada por meio de chaves de partida direta ou de contatores e se presta a motores trifsicos de rotor tipo gaiola.

Nesse tipo de partida a plena tenso, o motor pode partir a plena carga e com corrente se elevando de cinco a seis vezes o valor da corrente nominal, conforme o tipo ou nmero de plos do motor.

O grfico a seguir mostra a relao entre a rotao e o conjugado e a corrente. A curva a mostra que a corrente de partida seis vezes o valor da corrente nominal.

A curva b mostra que o conjugado na partida atinge aproximadamente 1,5 vezes o valor do conjugado nominal. Para cargas diferentes, as curvas caractersticas do motor permanecem constantes, pois a carga no exerce influncia no comportamento do motor. A influncia da carga se limita ao tempo de acelerao do motor.

Assim, se a carga colocada no eixo do motor for grande, ele levar mais tempo para alcanar a velocidade nominal. Se uma situao dessas ocorrer, o motor ter o rotor travado e poder ser danificado se as altas correntes que circulam em seu enrolamento no forem eliminadas.

Desvantagens da partida direta A utilizao da partida direta apresenta as seguintes desvantagens:. Elevada queda de tenso no sistema de alimentao da rede, o que provoca interferncia em equipamentos instalados no sistema;. Custo elevado devido necessidade de superdimensionamento do sistema de proteo cabos e condutores. Partida indireta Quando no possvel o emprego da partida direta, deve-se usar a partida indireta, cuja finalidade reduzir o pico de corrente na partida do motor.

A reduo do pico de corrente somente possvel se a tenso de alimentao do motor for reduzida, ou se for alterada a caracterstica do motor, mudando as ligaes dos seus terminais. A queda da corrente de partida diretamente proporcional queda de tenso. E a queda do conjugado diretamente proporcional ao quadrado da relao entre a tenso aplicada e a tenso nominal. Partida por ligao estrela-tringulo A partida por ligao estrela-tringulo um tipo de partida indireta.

Isso acontece nos motores para serras circulares, torno ou compressores que devem partir com vlvulas abertas. O motor parte em dois estgios. No primeiro estgio, ele est ligado em estrela e pronto para receber uma tenso 3 vezes maior que a tenso da rede. Veja figura abaixo. No segundo estgio, o motor ligado em tringulo. Essa comutao leva a um segundo pico de corrente, mas de pouca intensidade, j que o motor est girando. Dessa forma, o motor parte em dois pequenos picos de corrente, ao invs de um pico de grande intensidade como na partida direta.

Necessidade da existncia de seis bornes ou terminais acessveis para a ligao da chave;. Como conseqncia, aparecem problemas nos contatos dos contatores bem como na rede eltrica. O slideshow foi denunciado. Apostila comandos eletricos. Próximos SlideShares. Gostou do documento? Inicie em. Mostre SlideShares relacionados no final. Código do WordPress. Carlos A. Publicada em: Tecnologia. Full Name Comment goes here.

Are you sure you want to Yes No. Salles Junior. Ribamar Santos , Exibir mais. Sem downloads. Visualizações Visualizações totais.

Ações Compartilhamentos. Nenhuma nota no slide. Apostila comandos eletricos 1. O material que constitui as lâminas é em sua maioria é o níquel-ferro.

Ajustar a escala à corrente nominal da carga. Indicador Lig. Terminal para bobina do contator, A2. Em todos estes casos citados acima, o incremento de corrente sobrecorrente no motor é monitorado em todas as fases pelo relé de sobrecarga. Na figura 1 temos: 95, 96, 97 e Os fusíveis contém em seu interior, envolvendo por completo o elemento, material granulado extintor; para isso utiliza-se, em geral, areia de quartzo de granulometria conveniente.

Figura 7 — Interior de um fusível Diazed. Este arco representa um perigo por poder ocasionar fogo. Para evitar esse risco o elo fusível deve ser envolto por um elemento isolante vidro, cerâmica etc. Quanto maior a corrente que o percorre, menor deve ser o tempo de desligamento do fusível.

O próprio suporte do fusível protege o operador contra choque elétrico. Figura 9 — Exemplo de fusível Diazed e sua montagem. Figura 10 — Exemplo de fusíveis usados em circuitos eletrônicos. Figura 11 — Exemplo de fusíveis de potência e alta velocidade. Esses relés podem ser do tipo térmicos ou magnéticos. Citaremos alguns tipos, com suas respectivas curvas características. Esse arco se estabelece entre as peças de contato do disjuntor ou entre as extremidades internas do elemento fusível.

Portanto, o seu tempo de desligamento deve ser extremamente curto. Vejamos a tabela comparativa, perante a corrente de curto-circuito Ik. Comandos Elétricos — Acionamento e controle 2. Vídeo sobre Contator Auxiliar 2. Comandos Elétricos: Principais fundamentos e Aplicações. Weliton 14 maio Responder. Caio Paiva 15 maio Responder. Raimundo Izaac 9 mar Responder.

Caio Paiva 11 mar Responder.

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Caio Paiva Equipe Sala da Elétrica. Michael 30 jul Responder. Paulo Gaspar 4 maio Responder. Jairo Gonçalves 8 jul Responder.

Renato 4 jul Responder. Boa tarde Everton, O curso gera algum certificado homologado? Émerson San 30 jul Responder. Bom dia! Parabéns pelo belíssimo trabalho. Abs, Amauri. Axicel Santana 4 jun Responder. Adalberto Marsal da Rocha 13 maio Responder. Muito obrigado Adalberto. Fernando 10 maio Responder. Quero me cadastrar.. Isaque Martins de Oliveira 2 abr Responder.

Diogo Oliveira 23 dez Responder. Arquimedes Aparecido da Silva 13 dez Responder. David Peres 11 nov Responder. Douglas 1 nov Responder. Everton Moraes 6 nov Responder. Parabéns pelo trabalho Everton. Grande abraço! Everton Moraes 31 out Responder.

Marcos Reni 30 out Responder. Essa e complicada. Everton Moraes 20 out Responder. Aos poucos vamos descomplicando, acompanhe a Sala da elétrica. Geraldo Souza 10 out Responder. Excelente iniciativa, parabéns pelo trabalho.

Everton Moraes 13 out Responder. Muito Obrigado pela visita Geraldo, seja sempre bem vindo. Rui Furtado Linhares 5 out Responder. Everton Moraes 6 out Responder. Jairo da Silva Cardoso 28 set Responder. Everton Moraes 1 out Responder.